Conheça o BYD Song Pro Flex, o SUV que coloca a marca chinesa na era bio-híbrida
A BYD apresentou, na última semana, a versão 2027 do SUV Song Pro, trazendo como prinicpal novidade o motor turbo 1.5 Flex DM-i, o primeiro híbrido da marca a chegar às concessionárias equipado com motor a combustão capaz de funcionar com gasolina ou etanol
Publicado: 09/08/2026 às 09:37
SUV BYD Song Pro Flex trouxe também algumas atualizações visuais e de acabamento, como o interior escuro e retorque externos (Foto: BYD/Divulgação)
A BYD lançou na última semana no mercado brasileiro o BYD Song Pro Super-Híbrido Flex 2027, SUV médio da marca chinesa que já acumula mais de 53 mil unidades emplacadas no Brasil desde sua estreia, em julho de 2024.
Com mudanças sutis no design e no acabamento interno “atendendo a pedidos”, o modelo chega às concessionárias com a motorização híbrida flex plug-in como principal diferencial e preços competitivos: R$ 176.990 para a versão de entrada GL e R$ 199.990 para a topo de linha GS.
Desenvolvido pelas equipes de engenharia da montadora no Brasil, na China e na Alemanha, o sistema DM-i 5.0 “deu samba”, como declarou o diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da BYD Auto Brasil, Volker Heumann. O conjunto combina um motor a combustão 1.5 de ciclo Atkinson, retrabalhado para rodar com etanol e gasolina, a um motor elétrico.
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Motores e desempenho
Na versão GL, a potência combinada é de 218 cavalos (cv), enquanto a GS entrega 219 cv. O torque combinado, nos dois casos, é de 300 Nm (30,59 kgfm). Em termos de desempenho, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 8,6 segundos na versão GS e em 8,8 segundos na GL, com velocidade máxima de 180 km/h. O propulsor a combustão atua prioritariamente como gerador de energia e auxiliando na tração em condições de carga extrema.
Bateria e autonomia
O Song Pro Flex 2027 utiliza a tecnologia de baterias Blade (LFP, sigla para Lítio-Ferro-Fosfato), com capacidade de 13,1 kWh na versão GL e de 18,3 kWh na GS. Pelo padrão do PBEV, a autonomia exclusivamente elétrica é de até 57 km na versão de entrada e de até 72 km na topo de linha.
Conforme os dados do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) do Inmetro, o consumo energético do é de 0,53 MJ/km na versão GL e de 0,55 MJ/km na GS, os menores da categoria. A autonomia combinada, segundo os parâmetros New European Driving Cycle (NEDC), chega às marcas de 1.075 km na versão GL e até 1.105 km na GS, quando abastecidos com gasolina (775 km e 805 km com etanol).
Design e interior
No design, a dianteira adota a nova identidade visual Dragon Face da linha Dynasty, com para-choque, grade e conjunto óptico de LED renovados, além de grade ativa que regula a abertura para otimizar o coeficiente aerodinâmico.
O interior recebeu novo painel com acabamento em black piano, combinado com o interior escuro - uma demanda do consumidor brasileiro. O modelo conta ainda com quadro de instrumentos digital de 8,8 polegadas, seletor de marchas reposicionado na coluna de direção, central multimídia rotativa tem 12,8 polegadas e roda o Google Automotive Services com Apple CarPlay e Android Auto sem fio.