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Encontrado, em Ribeirão, o corpo da menina levada pelo padrasto

Maria Islaine Dantas da Silva, 10 anos, foi levada de casa, no Cabo de Santo Agostinho, pelo padrasto na segunda-feira (10).

Publicado em: 16/12/2018 09:24 | Atualizado em: 16/12/2018 17:06

Maria Islaine Dantas da Silva, 10 anos, foi levada de casa, no Cabo de Santo Agostinho, pelo padrasto na última segunda-feira.
Foto: Polícia Civil. (Maria Islaine Dantas da Silva, 10 anos, foi levada de casa, no Cabo de Santo Agostinho, pelo padrasto na última segunda-feira.
Foto: Polícia Civil.)
Maria Islaine Dantas da Silva, 10 anos, foi levada de casa, no Cabo de Santo Agostinho, pelo padrasto na última segunda-feira. Foto: Polícia Civil. (Maria Islaine Dantas da Silva, 10 anos, foi levada de casa, no Cabo de Santo Agostinho, pelo padrasto na última segunda-feira. Foto: Polícia Civil.)

A Polícia Civil de Pernambuco confirmou que o corpo encontrado no sábado (15), em Ribeirão, na Mata Sul, é da garota Maria Islaine Dantas da Silva, 10 anos, levada de casa na segunda-feira (10) pelo padrasto José Carlos da Silva, 41 anos. A notícia foi confirmada pelo delegado Mamede Xavier, do Cabo de Santo Agostinho. O pai da vítima, João Pereira, reconheceu o corpo da filha. O corpo da criança será liberado do IML do Recife depois de exames e testes, que devem ser concluídos nesta segunda (17). 
 
De acordo com polícia, a criança desapareceu após o padrasto e a mãe da garota decidirem se separar. Na quinta-feira (13), o corpo do padrasto foi encontrado no matagal, em Ribeirão, nas proximidades onde o cadáver da menina estava. Após perícia, a polícia afirmou que José Carlos cometeu suicídio.
 
O corpo da criança estava em estado avançado de putrefação e foi localizado por moradores da região, que chamaram a polícia. No Instituto de Medicina Legal (IML), no Recife, os familiares conseguiram reconhecer o corpo da menina por causa da pintura de uma borboleta azul que a garota havia pintado em um dos dedos do pé, segundo a Polícia. De acordo com o delegado, os familiares verificaram que as roupas eram semelhantes ao que Islaine usava no dia do desparecimento.
 
Apesar dos indícios da roupas, a informação não era suficiente para a conclusão do caso. Porém, ao identificarem a unha pintada, os parentes confirmaram que o corpo era mesmo da menina. O delegado concluirá o inquérito e encaminhar para o Ministério Público de Pernambuco (MPPE).  


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