O pleno emprego nas entrelinhas da Pnad
Estudo do IBGE mostra queda na taxa de desocupação, com estabilidade nos empregos formais, trabalhadores por conta própria e na força de trabalho. Levantamento revela também um contingente de 66,5 milhões de pessoas que por motivos diversos não integram a mão de obra disponível
Publicado: 31/07/2026 às 15:08
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) afirma que a América Latina deve adotar abordagem mais concentrada no trabalho para reduzir as desigualdades. Foto: AFP/Arquivos Yasuyoshi Chiba (Foto: AFP/Arquivos Yasuyoshi Chiba)
O desemprego no Brasil atingiu o menor nível da série histórica da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), iniciada em 2012. De acordo com os dados da pesquisa do IBGE, no trimestre encerrado em junho, o país contava com uma taxa de desocupados de 5,4%. Para além dos números festivos, há uma realidade complexa a ser analisada.
Os empregos formais, com carteira assinada, mostraram estabilidade na comparação com o trimestre imediatamente anterior (janeiro a março). O mesmo ocorreu com os chamados trabalhadores por conta própria, com e sem CNPJ. O incremento do mercado de trabalho foi puxado pelos empregos na iniciativa privada sem carteira (2,2%) e no serviço público (2,6%). Diante desse cenário, de forma contraintuitiva, o desalento apresentou redução de 0,4 ponto percentual.
Em relação à dinâmica do mercado de trabalho, é importante lançar um olhar sobre a força de trabalho (parcela da população em idade ativa ocupada ou à procura de ocupação), que vem estagnada na casa dos 108 milhões de brasileiros, a despeito do crescimento demográfico. Do outro lado dessa conta, as pessoas fora da força de trabalho somam 66,5 milhões. Essa parcela da população inclui aposentados e pensionistas, beneficiários do Bolsa Família e do BPC, quem vive de renda e estudantes que não trabalham. Com o envelhecimento da população, essa fatia tende a aumentar, criando uma perspectiva desafiadora para a Previdência.
- Autossabotagem: Governo federal impede alcance maior do Minha Casa Minha Vida
- Academias, suplementos, moda e eventos movimentam mais de R$ 25 bilhões no Brasil
- Stop and Go: Investimentos militares no Brasil têm histórico de altos e baixos
- FMI afirma que tarifaço terá impacto moderado sobre economia brasileira
- TCU libera concessão da Transposição do São Francisco à iniciativa privada
Recife ganha revenda da chinesa Aima Motos
A capital pernambucana ganhou, na última semana, uma revenda da chinesa Aima, referência global na fabricação de motos elétricas, scooters, ciclomotores e autopropelidos. A marca está presente em mais de 80 países, com cerca de 100 milhões de usuários em todo o mundo. De acordo com o gerente comercial da Aima Nordeste, André Rameh, o público-alvo desse tipo de transporte é diversificado, indo de jovens mães que vão buscar filhos na escola a profissionais que precisam se deslocar na cidade.
RioMar sedia quinta edição da Expo Preta
O Teatro RioMar Recife será palco, no próximo dia 13, do show de abertura da 5ª Expo Preta, que ficará sob responsabilidade da cirandeira de Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco. O evento, realizado em parceria com o Instituto JCPM, acontece de 13 a 16 de agosto, reunindo negócios autorais, moda, gastronomia, beleza, arte, artesanato e economia criativa valorizando o afroempreendedorismo.
Samelo busca espaço no mercado imobiliário
A Samelo Incorporadora, um player recente no mercado imobiliário, tem como marca a integração entre sofisticação, natureza e tecnologia como eixos estruturantes de seus empreendimentos. O exemplo dessa proposta de atuação é o Naiah Flats, na Praia de Carneiros.