Polícia prende suspeito de espionar pernambucana em banheiro no Canadá
Priscilla Costa foi vítima de assédio no banheiro de uma estação de metrô no início do mês
Publicado: 23/01/2026 às 22:16
Priscilla Costa, de 36 anos, foi assediada no Canadá enquanto estava no banheiro de uma estação de metrô (Foto: Reprodução/Instagram)
A jornalista pernambucana Priscilla Costa, de 36 anos, informou em suas redes sociais que o homem suspeito de espioná-la dentro do banheiro feminino da estação Kipling, em Toronto, no Canadá, foi preso pela polícia local.
A confirmação, segundo ela, foi repassada nesta sexta-feira (23) por um detetive responsável pela investigação, cerca de duas semanas após o episódio, ocorrido no dia 9 de janeiro.
Na gravação feita pela pernambucana, ela relata ter recebido a ligação do investigador, que explicou os desdobramentos do caso e informou que o suspeito foi localizado, detido e encaminhado para a audiência de custódia.
“Gente, eu estou muito feliz, eu quero muito agradecer porque eu peguei a ligação do detetive do caso, faz meia hora, ele me informando, me detalhando, e eu pedi a ele para ele me reportar formalmente por e-mail, e o cara foi preso, ele foi localizado e ele foi preso, está esperando para ter audiência de custódia”, disse.
Ainda no vídeo, Priscilla aproveitou o momento para reforçar a importância da denúncia em casos de assédio e violência contra mulheres, destacando a atuação das autoridades canadenses.
“O que me faz pensar é: não se calem! Quando acontecer alguma coisa, não pensem que é tarde para denunciar, denunciem, porque a polícia quando faz o trabalho dela, faz de forma séria. E vejam só vocês, ele está preso e eu não poderia ter uma melhor sexta-feira que essa porque foi numa sexta-feira, dia 9 de janeiro, que aconteceu tudo aquilo”, destaca.
O caso veio a público após Priscilla relatar que foi observada por um homem enquanto usava o banheiro feminino da estação de metrô. No dia seguinte ao ocorrido, ela procurou uma delegacia para registrar a denúncia e também formalizou uma reclamação junto à Toronto Transit Commission (TTC), órgão responsável pelo transporte público da cidade.
Depois do episódio, a pernambucana contou que passou a alterar sua rotina diária por receio de encontrar novamente o agressor, já que utiliza a estação com frequência para se deslocar ao trabalho.