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AUXÍLIO

Mães de Pernambuco oferece 2.621 vagas para benefício mensal de R$ 300

O programa beneficiou 157 mil mulheres desde o lançamento, em 2024

Marlon Júlio

Publicado: 27/10/2026 às 17:22

Programa é voltado para mulheres com filhos em situação de vulnerabilidade/Raissa Maria/SAS

Programa é voltado para mulheres com filhos em situação de vulnerabilidade (Raissa Maria/SAS)

O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas (SAS), abriu, nesta terça-feira (27), 2.621 vagas para o programa Mães de Pernambuco, que oferece benefício mensal de R$ 300 para mulheres com filhos em situação de vulnerabilidade.

Para receber o benefício, é necessário ser gestante, mãe ou responsável por crianças de até seis anos. Além disso, é preciso morar em Pernambuco, ser a responsável familiar, estar com o Cadastro Único atualizado e receber o Bolsa Família. Não ter vínculo empregatício também é um dos requisitos.

Para participar do programa, as interessadas devem acessar o site do Mães de Pernambuco e informar o CPF e a data de nascimento. As confirmações seguem até 24 de novembro ou enquanto houver vagas disponíveis. Após a consulta, o sistema informará se a mulher está apta a participar ou se ficará em lista de espera.

Em caso de dúvidas, as interessadas podem procurar a Ouvidoria Social da SAS, pelo e-mail: [email protected] ou pelo WhatsApp: (81) 98494-1298. O atendimento funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h. Também é possível receber orientações no CRAS ou o CREAS de referência do município.

Lançada em 2024, a iniciativa pagou R$ 867,4 milhões a 157 mil mulheres. Neste ano, foram pagos R$ 299,8 milhões. A secretária executiva de Assistência Social, Andreza Pacheco, destaca que o auxílio melhora a qualidade de vida de mães e filhos.

“Cada novo ciclo do Mães de Pernambuco é uma oportunidade de ampliar o apoio às mulheres e às suas famílias. Esse recurso contribui para a renda familiar e ajuda a garantir melhores condições de cuidado para as crianças, especialmente na primeira infância”, destacou.

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