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Jornalista Lêda Rivas morre aos 80 anos no Recife

Lêda Rivas atuou por mais de duas décadas no Diario de Pernambuco na editoria Viver, onde permaneceu até 1998

Diario de Pernambuco

Publicado: 13/03/2026 às 19:06

Jornalista Lêda Rivas durante passagem pelo Diario de Pernambuco/Foto: Acervo/DP

Jornalista Lêda Rivas durante passagem pelo Diario de Pernambuco (Foto: Acervo/DP)

A jornalista Lêda Rivas morreu aos 80 anos após sofrer um infarto fulminante nesta sexta-feira (13), no Recife. O velório ocorrerá no sábado (14), a partir das 8h, no Cemitério Parque das Flores, onde o sepultamento está previsto para as 11h. Lêda atuou por mais de 20 anos no Diario de Pernambuco.

Segundo familiares, a jornalista chegou a receber atendimento médico dois dias antes por apresentar mal-estar. No entanto, ela voltou a passar mal quando estava na casa da sobrinha Dione Rivas. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e confirmou que a causa da morte foi um infarto fulminante.

Reconhecida pela trajetória no jornalismo pernambucano, Lêda construiu boa parte da sua história no Diario, onde trabalhou na editoria Viver, dedicada à cobertura de cultura. Ao longo da carreira, entrevistou artistas e personalidades e acompanhou de perto a cena cultural do estado e do país.

De acordo com familiares, ela demonstrava grande paixão pelo jornalismo e costumava contar das vivências na redação do Diario.

No convívio pessoal, Lêda era descrita como uma pessoa comunicativa e curiosa, sempre interessada em acompanhar acontecimentos políticos e sociais. Mesmo após anos de carreira, mantinha o hábito de assistir aos noticiários e conversar sobre os fatos do dia.

Solteira e sem filhos, a jornalista tinha forte ligação com os sobrinhos, por quem era considerada uma “tia-mãe”. “Sou a sobrinha mais velha, então tenho lembranças da infância, da adolescência e da fase adulta ao lado dela. Ela esteve presente em todos esses momentos. Era muito prestativa e acolhedora com a família”, afirma a Dione Rivas.

Familiares também relatam que Lêda mantinha guardados diversos materiais da carreira, incluindo reportagens e registros de entrevistas realizadas ao longo dos anos, demonstrando o apreço que tinha pelo trabalho jornalístico.

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