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Desembargador Erik Simões toma posse na corregedoria eleitoral e vice-presidência do TRE-PE

Novo corregedor toma posse no TRE-PE nesta segunda-feira (23) e fala sobre desafios e responsabilidades do cargo

Amanda Medeiros

Publicado: 23/02/2026 às 22:05

Cerimônia de posse do vice-presidente do TRE-PE Erick Simões/Francisco Silva/ DP foto

Cerimônia de posse do vice-presidente do TRE-PE Erick Simões (Francisco Silva/ DP foto)

O desembargador Erik Simões tomou posse, na tarde desta segunda-feira (23), como vice-presidente e corregedor do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). Na solenidade, ao lado de juristas, estiveram presentes a governadora Raquel Lyra (PSD), a vice-governadora Priscila Krause (PSD), o prefeito em exercício Victor Marques (PCdoB) e o senador Humberto Costa (PT).

Em ano de Eleições Gerais, Erik assume uma posição de extrema relevância na Justiça Eleitoral, ao lado do presidente da corte, o desembargador Fernando Cerqueira.

"A alegria de assumir essa corte eleitoral não supera a dimensão da responsabilidade que ela impõe. Tenho plena consciência de que passo a integrar um dos melhores tribunais do país, composto composto por magistrados e servidores exemplares. Buscamos a construção de um país mais justo e igualitário, harmônico e pacífico, na defesa intransigente da democracia, garantindo aos pernambucanos eleições seguras, justas e imparciais", disse o corregedor em seu discurso da posse. 

Em fala ao Diario, o vice-presidente comentou sobre o grande desafio deste ano eleitoral: “vai ser um ano tenso, com uma disputa que se anuncia, mas estamos aqui para resolver os problemas e para que prevaleça a vontade da população, garantindo que o voto seja sempre exercido de forma livre, consciente e espontânea, sem qualquer interferência, seja por fake news ou por compra de votos”.

Questionado sobre as dificuldades relacionadas à votação em tempos de inteligência artificial, tema bastante discutido nas audiências públicas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o novo corregedor destacou as ambivalências da ferramenta, ressaltando a atuação fiscalizadora do Tribunal.

“A inteligência artificial, ao mesmo tempo em que beneficia a população em inúmeros assuntos e casos, também pode prejudicar. E o que vamos coibir é justamente isso: qualquer tentativa de manipulação da vontade do eleitor. Estaremos atentos e vigilantes para que isso não ocorra”, disse.

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