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Notícia de Moda
Livro Costanza Pascolato participa de bate papo e autografa livro no Recife A papisa brasileira da moda assina O Essencial na capital pernambucana, originalmente lançado em 2013

Por: Larissa Lins - Diario de Pernambuco

Publicado em: 26/04/2017 12:32 Atualizado em: 26/04/2017 12:41

Costanza dará dicas de estilo pessoal e moda, autografando o livro O Essencial, originalmente lançado em 2013. Foto: blogconsuelo.com/Reprodução da internet
Costanza dará dicas de estilo pessoal e moda, autografando o livro O Essencial, originalmente lançado em 2013. Foto: blogconsuelo.com/Reprodução da internet

A consultora de moda Costanza Pascolato autografa o livro O essencial: o que você precisa saber para viver com mais estilo (Sextante, R$ 59,90) nesta quarta (26), na capital pernambucana. O encontro está marcado para as 19h, na concessionária Mitsubishi, na Imbiribeira, Zona Sul do Recife. Costanza começará a noite palestrando sobre moda, mas principalmente sobre estilo pessoal: ela é reconhecida por defender a escolha autoral e personalizada de roupas e acessórios, em conformidade com o corpo, a personalidade e as preferências de cada pessoa.

Dez mandamentos de Costanza Pascolato, a papisa da moda, sobre estilo e comportamento


A plateia, formada por convidados das marcas Versos e Spezzato, promotoras do evento, fará perguntas à consultora em bate papo informal. O tema da conversa será o mesmo do livro que Costanza autografa na sequência, dedicado a orientar os leitores sobre como construir e manter o próprio estilo. O essencial foi originalmente lançado em 2013, mas vem sendo reeditado pela consultora e empresária, reconhecida como uma das mulheres mais elegantes do país.

"Faça do espelho e do bom senso seus melhores amigos", diz Costanza, papisa da moda no Brasil

Na obra, Costanza ensina a combinar oito itens básicos – os “essenciais” - a acessórios, de modo a montar um guarda-roupa versáril e eficiente para o dia a dia. Ela compartilha lições de estilo e experiências de vida, ofertando dicas para disfarçar “pontos fracos” do corpo, moderar os gastos com roupas novas, eliminar peças supérfluas e misturar itens de diferentes faixas de preço. No encontro desta quarta (26), a renda dos livros será revertida em favor de crianças com microcefalia assistidas por projetos como Anjos e Por Um Sorriso de Criança. 



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Resistência nordestina em cartaz

Diego Rocha *
Celebrando a resistência da arte nordestina e a arte nordestina de resistir, o 21º Festival Recife do Teatro Nacional está em cartaz na cidade para confirmar a vocação de um povo à resiliência e à criatividade. Até o próximo dia 24, a programação montada com muita assertividade pela Prefeitura do Recife irá apresentar 12 espetáculos em vários teatros da cidade, entre eles seis montagens nacionais jamais vistas na capital do Nordeste.
Mas não está toda no ineditismo a urgência que esses espetáculos carregam. Mas também e principalmente na referência e reverência que muitos fazem à estética e às temáticas fincadas no árido solo fértil do Nordeste. Alguns textos, como o da montagem Ariano %u2013 O Cavaleiro Sertanejo, da companhia carioca Os Ciclomáticos sequer foram produzidos no Nordeste. Mas sabem, bebem e comungam do povo que somos. Foram buscar inspiração em autores ensolarados como Ariano Suassuna e os tantos tipos e símbolos que ele fundou e transportou do imaginário nordestino para o mundo.
Há na programação citações ainda mais explícitas à nossa produção teatral. Parido do punho do próprio Ariano, em carne e pena, o clássico Auto da Compadecida chega ao Festival com sotaque mineiro, numa belíssima montagem do Grupo Maria Cutia, com a direção cênica precisa e sensível de Gabriel Villela, que conseguiu unir a cultura do cangaço pernambucano ao barroco mineiro, sem sair da trilha aberta pelo Movimento Armorial de Ariano.
São montagens que nos representam e, ao mesmo tempo, nos apresentam a nós mesmos, além de nos hastear bandeira a congregar territórios artísticos, afetivos e cívicos, num país assombrado e repartido por um projeto de poder excludente. Em cima e embaixo dos palcos, durante e depois do 21º Festival Recife do Teatro Nacional, que a arte e a força nordestina persistam farol aceso a nos guiar.

* Presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife

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