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Forte terremoto de magnitude 6,5 atinge o México; pernambucana relata situação

O tremor foi sentido em diferentes regiões, incluindo a Cidade do México, onde sirenes do sistema de alerta sísmico foram acionadas

Diario de Pernambuco

Publicado: 02/01/2026 às 13:54

Turistas precisaram evacuar hotéis após terremoto de magnitude 6,5 no México/Francisco ROBLES / AFP

Turistas precisaram evacuar hotéis após terremoto de magnitude 6,5 no México (Francisco ROBLES / AFP)

Um terremoto de magnitude 6,5 foi registrado no México nesta sexta-feira (2), de acordo com informações do Instituto Sísmico do país e do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). O abalo teve como epicentro o estado de Guerrero, no sul do território mexicano.

O tremor foi sentido em diferentes regiões, incluindo a Cidade do México, onde sirenes do sistema de alerta sísmico foram acionadas. Apesar do susto, não houve registro de vítimas nem de danos estruturais relevantes.

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, informou que manteve contato com o governador de Guerrero logo após o tremor e afirmou que, até o momento, as autoridades não identificaram prejuízos graves na área afetada. Segundo ela, também não há relatos de ocorrências na capital.

Sheinbaum participava de sua coletiva de imprensa diária quando os alarmes soaram. A atividade foi interrompida e o local foi evacuado de forma tranquila, com a presidente deixando o espaço acompanhada por integrantes da equipe e jornalistas.

As autoridades seguem monitorando a situação, mas descartam, por ora, riscos adicionais à população. As informações são da CNN.

Relato de testemunha

Na Cidade do México, moradores e turistas relataram momentos de apreensão. De férias no país, a engenheira pernambucana Luciola Perez de Almeida, de 52 anos, contou que recebeu o alerta no celular por volta das 8h da manhã.

“Cada um correu para onde parecia mais seguro. Eu fui para debaixo da mesa, outros ficaram próximos aos pilares. Estávamos no nono andar, não havia como sair correndo”, relatou ao Diario. Acostumada a situações semelhantes após passar por cidades como Bogotá e na própria capital mexicana, Luciola afirmou que este foi o tremor mais forte que já sentiu.

Ela estava hospedada no bairro de Santa Fé, região na Zona Oeste da capital, fora da antiga zona lacustre e com prédios considerados antissísmicos. “Mesmo assim, quando o chão sacode e as portas rangem, o frio na barriga aparece”, disse.

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