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Destaque do Brasil, Matheus Cunha tem história ligada a Pernambuco e ao Sport

As raízes pernambucanas de Matheus Cunha, artilheiro da Seleção na primeira vitória na Copa

Paulo Mota

Publicado: 20/06/2026 às 10:15

Matheus Cunha, atacante da Seleção Brasileira/ROBERTO SCHMIDT / AFP

Matheus Cunha, atacante da Seleção Brasileira (ROBERTO SCHMIDT / AFP)

A Seleção Brasileira conquistou a sua primeira vitória na Copa do Mundo de 2026. Comandado pelo faro de gol de Matheus Cunha, o Brasil superou o Haiti por 3 a 0 e somou os primeiros pontos no torneio. O atacante anotou os dois primeiros gols da partida, enquanto Vini Jr fechou o placar.

Apesar de ser paraibano, nascido na capital João Pessoa, o camisa 9 da Amarelinha criou fortes raízes no Recife ainda na infância. Foi em solo pernambucano que ele deu passos decisivos no futebol, fazendo parte do projeto CT Barão, na Zona Norte da capital. A gratidão ao projeto é tamanha que, anos mais tarde, já consolidado na Europa, o jogador chegou a presentear as crianças da escolinha com 25 pares de chuteiras.

O início no CT Barão
A conexão começou quando Barão, idealizador do projeto e então treinador das categorias de base do Santa Cruz, observou Matheus Cunha atuando pelo Cabo Branco, da Paraíba. Impactado pelo talento do jovem, Barão o convidou para integrar o seu projeto no Recife. O pai do atleta aceitou o desafio, encarando frequentemente os 115 km de estrada que separam João Pessoa e a capital pernambucana para garantir o futuro do filho no esporte.

Relação com o Sport e resenha na Inglaterra
As ligações de Matheus Cunha com o estado também passam pela Ilha do Retiro. Em 2024, o atacante recebeu de presente uma camisa oficial do Sport. A entrega foi feita por ninguém menos que Pedro Lima, joia revelada pelo Leão da Ilha e companheiro de Cunha na época de Wolverhampton, da Inglaterra.

Em vídeo publicado nas redes sociais, o atacante apareceu vestindo o manto rubro-negro e brincou: “Vou pra Ilha jogar”. Em tom mais nostálgico, Cunha também fez questão de demonstrar seu carinho pelo clube e pelas lembranças que guarda de Pernambuco.

"Lembro da minha primeira vez na Ilha, a primeira vez ouvindo o Cazá Cazá. Depois no futsal... Tudo isso sempre com muito carinho. Obrigado pelo presente. É recíproco. PST!", concluiu.

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