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Bruno Becker fala sobre função da comissão técnica na gestão do Náutico: "Autonomia não é plena"

O presidente do Náutico explicou que a montagem do elenco não passa apenas por Hélio dos Anjos e Guilherme dos Anjos

Caio Antunes

Publicado: 14/07/2026 às 18:59

Bruno Becker, presidente do Náutico/Rafael Vieira/CNC

Bruno Becker, presidente do Náutico (Rafael Vieira/CNC)

O modelo de gestão do futebol do Náutico vem sendo alvo de críticas em meio à sequência negativa que a equipe enfrenta na temporada. Apesar de adotar um modelo com maior centralização da comissão técnica na tomada de decisões, a montagem do elenco passa por outros setores do clube.

Em entrevista coletiva, o presidente Bruno Becker explicou o papel dos técnicos Hélio dos Anjos e Guilherme dos Anjos na busca por reforços para a equipe. Segundo o mandatário, a autonomia dos comandantes não é plena na gestão do futebol.

“A autonomia de Hélio e Guilherme é igual à autonomia que qualquer outro setor do clube tem, é uma autonomia limitada. A responsabilidade é sempre do presidente. Em relação ao processo de contratação, se eu dissesse que todas as contratações passam por mim, eu estaria falando o óbvio. Sou eu que assino o contrato”, externou o presidente.

“As contratações passam por mim desde o início. Pensam em tal jogador, a gente se reúne e pode seguir. Esse ‘ok, pode seguir’ tem uma série de perguntas e questionamentos para se iniciar uma sondagem. Existe uma autonomia no processo de indicar o jogador. É claro que a indicação do treinador tem peso dentro do modelo de projeto, mas a responsabilidade não é só de Hélio e Guilherme e a autonomia não é plena”, concluiu.

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