O italiano Carlo Ancelotti recebe um salário de € 9,43 milhões por ano como técnico da Seleção Brasileira e ocupa a 12ª posição entre os treinadores mais bem pagos do mundo. Ele é o técnico de seleção mais bem remunerado do futebol atual, mas fica atrás de profissionais que comandam grandes clubes europeus.
O levantamento foi divulgado recentemente pelo site GiveMeSport reunindo técnicos de clubes e seleções nacionais e mostra a distância entre o que federações e clubes conseguem pagar. Carlo Ancelotti é o único técnico de seleção entre os 12 nomes mais bem remunerados da lista, o que demonstra o poder de investimento da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para o ciclo da Copa do Mundo de 2030.
O topo da lista salarial
Simone Inzaghi lidera a lista com € 26 milhões anuais no comando do Al-Hilal, da Arábia Saudita. Já Diego Simeone, do Atlético de Madrid, ganha €23,4 milhões anuais, enquanto Luis Enrique (PSG), atual bicampeão da Liga dos Campeões, recebe €20 milhões por ano.
A distância entre Ancelotti e o líder do ranking chama atenção: enquanto o italiano da seleção brasileira recebe € 9,43 milhões, Inzaghi ganha mais que o dobro. O contraste mostra como clubes de ponta destinam recursos muito maiores aos técnicos do que as federações conseguem oferecer.
Premier League domina os salários
A força financeira do futebol inglês aparece na lista: cinco dos dez primeiros treinadores atuam na Premier League. Mikel Arteta, do Arsenal, Oliver Glasner, do Nottingham Forest, Xabi Alonso, do Chelsea, Andoni Iraola, do Liverpool, e Enzo Maresca, do Manchester City, ocupam posições de destaque.
Na sequência, Luciano Spalletti, da Juventus, aparece com € 11,06 milhões por ano. Clubes sauditas também aparecem entre os salários mais altos. Além de Inzaghi, líder da lista, Ange Postecoglou, do Al-Nassr, ocupa a oitava posição. A presença dos clubes sauditas reflete o investimento bilionário que o país tem feito no futebol nos últimos anos.
A Espanha completa o grupo de países com maior representação na lista. Simeone está em segundo lugar geral, enquanto José Mourinho, do Real Madrid, aparece na sétima colocação. O Barcelona, de Hansi Flick, não emplacou nenhum nome entre os dez técnicos mais bem pagos do mundo.










