Paulo Pezzolano segue no comando técnico do Internacional, e Fabinho Soldado permanece como executivo de futebol após reunião da cúpula colorada no Beira-Rio. A direção tomou a decisão logo depois da derrota por 3 a 2 para o Santos, ocorrida no último domingo, 6, mas a permanência dos dois não está garantida até o fim da temporada.
Restam 12 rodadas, e o time está na zona de rebaixamento do Brasileirão. A direção avalia mudanças enquanto busca uma reação em campo. O futuro de Pezzolano e Fabinho depende dos próximos resultados e pode ser rediscutido a qualquer momento.
Por que Pezzolano continua no cargo
A avaliação interna da diretoria colorada aponta que o técnico não é o principal responsável pela sequência negativa do Colorado. A direção identificou falhas individuais que custaram pontos importantes durante a disputa da Série A do Campeonato Brasileiro, como o erro de Félix Torres no primeiro gol do Santos e a posição inadequada de Matheus Cunha na barreira contra o Remo.
A pressão sobre Fabinho Soldado
O executivo de futebol enfrenta questionamentos mais intensos sobre as contratações feitas nas últimas janelas de transferência. A direção avalia se os reforços trouxeram qualidade compatível com a expectativa em um momento tão delicado para o clube.
Após o confronto com o Santos, Fabinho descartou justificativas e reafirmou o foco nos próximos compromissos. Apesar da pressão política de conselheiros e da defesa de uma mudança de treinador pelo Conselho de Gestão, a direção rejeitou essa opção em conversas no Beira-Rio.
Os próximos passos
O Internacional enfrenta a Chapecoense no sábado, na Arena Condá, e mudanças ainda podem ocorrer antes da partida. Paulo Pezzolano e Fabinho Soldado trabalham normalmente até lá, mas o desempenho do time nos jogos finais da competição pode alterar o cenário, ainda mais com a parada para data FIFA que está próxima.










