A BYD emplacou um total de 24.441 veículos no Brasil em agosto de 2026 e alcançou 9,30% de participação entre carros e comerciais leves. Com esse desempenho, a fabricante chinesa chegou à quarta colocação nacional, a apenas 3.033 unidades da Chevrolet. A General Motors fechou o mês com 27.504 emplacamentos e manteve a terceira posição, atrás de Fiat e Volkswagen.
A distância entre BYD e Chevrolet era bem maior há pouco tempo. Agora, a aproximação virou um dos pontos mais observados do setor automotivo nacional. Isso porque o crescimento do setor de elétricos no consumo brasileiro aumentou exponencialmente neste ano, evidenciando a força desse novo tipo de mercado no Brasil.
BYD fecha a distância com Chevrolet no mercado
Há poucos anos, a BYD sequer aparecia entre as principais marcas do mercado brasileiro. Em 2022, a montadora ocupava a 31ª colocação, com participação de 0,1%. A virada veio em etapas: a marca entrou no Top 10 em 2024, alcançou o quinto lugar em janeiro de 2026 e saltou para a quarta posição em maio. O movimento consolidou a marca como uma das que mais crescem no país nos últimos anos.
O crescimento da montadora foi possibilitado pela sua planta de fabricação localizada na cidade de Camaçari, na Bahia. O local foi reaproveitado pela empresa chinesa após a saída da Ford.
Números acumulados no ano
Nos oito primeiros meses de 2026, a BYD somou 146.930 unidades vendidas no Brasil. O total já supera os 112 mil carros registrados durante todo o ano anterior. Confira o ranking das cinco fabricantes líderes em emplacamentos em agosto:
- Fiat — 48.427
- Volkswagen — 41.403
- Chevrolet — 27.504
- BYD — 24.441
- Hyundai — 17.017
Próximo alvo é o pódio nacional
A fabricante declarou a meta de entrar entre as três maiores do país até 2028, prazo que agora parece próximo de se concretizar. Com a diferença atual em relação à GM, a disputa pelo terceiro lugar deve se intensificar nos próximos meses.
A companhia também projeta assumir a liderança do mercado brasileiro até 2030. Se o ritmo de crescimento observado desde 2022 se mantiver, a disputa pelas primeiras colocações deve ganhar ainda mais força nos próximos anos.










