Diario de Pernambuco
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Home
  • Brasil
  • Mundo
  • Vida Urbana
  • Viver
  • Política de Privacidade
  • Contato
  • Home
  • Brasil
  • Mundo
  • Vida Urbana
  • Viver
  • Política de Privacidade
  • Contato
Sem resultados
Ver todos os resultados
Diario de Pernambuco
Sem resultados
Ver todos os resultados
Home Geral

Aos 7 anos, ele começou vendendo batata com o pai, perdeu tudo e 45 anos depois ainda vive do mesmo lugar

Por Milton Filho
26/08/2026
Começou vendendo batata pai perdeu

Créditos: Reprodução/Divulgação

Aos 7 anos, José Carlos Mendes Ricardo começou a acompanhar o pai entre as bancas do Ceasa de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, onde ele vendia batata-doce. Atualmente, aos 53, ele continua no mesmo lugar, porém agora, trabalhando com mamão e melão. 

A trajetória da família passou por um período de fartura, seguido de uma perda que mudou tudo. O negócio que o pai construiu como produtor e dono de banca desapareceu depois que ele adoeceu gravemente, e José precisou recomeçar do zero dentro do próprio mercado.

O apelido que virou marca no Ceasa

Recomendado para você

  • Décadas cientistas tentaram identificar humanoPor décadas, cientistas tentaram identificar pé humano de 3,4 milhões de anos, até uma mandíbula encontrada perto solucionar o mistério
  • Homem encontrou pedras estranhas pertoHomem encontrou pedras estranhas perto de um lago e cientistas descobrem ossos de um dinossauro de 30 toneladas na Tailândia
  • Maior prédio américa latina erguidoMaior prédio da América Latina vai ser erguido no Brasil em 2026
  • Sandy revela mostra rosto filhoAos 43 anos, Sandy revela por que não mostra o rosto do filho de 12 anos e desabafa sobre o preço que pagou pela fama

No Ceasa, o pai de José era conhecido pelo apelido de “Homem da Batata Doce”, uma referência à fama de suas mercadorias. Em entrevista a um portal local, ele relembrou que enviava mercadorias para cidades como Corumbá e Dourados, nos tempos de maior movimento.

José disse ao Lado B que nunca se constrangeu com o apelido herdado do pai e que ninguém zombou dele por causa disso.

Da fartura ao recomeço como funcionário

O câncer que atingiu o pai levou à morte dele e marcou a história da família. A doença também desfez a estrutura comercial que sustentava a casa, e José conta que ficaram sem nada. Anos depois, ele voltou ao Ceasa como empregado, não mais à frente de um negócio próprio. 

A batata-doce que definiu a história do pai ficou para trás, substituída pelo trabalho com mamão papaia, mamão formosa e melão.

Uma vida inteira ligada ao mercado

A história de Paulo começou muito antes, também no mesmo local. Segundo o Ceasa de Campo Grande, ele passou a trabalhar no local aos 9 anos, ajudando o pai na venda de frutas. Ele atuou como carregador durante 15 anos, até mudar de função por causa de um problema de saúde.

Foi só em 2020 que Paulo conseguiu um espaço próprio dentro do mercado, depois de pedir à direção. As duas histórias mostram como o Ceasa funciona há décadas como ponto de partida e também de recomeço para famílias inteiras.

Sustento dentro do mercado

Para complementar a renda, José encontrou uma atividade paralela dentro do próprio mercado: a reciclagem de caixas vazias de banana, enviadas depois para São Paulo e Minas Gerais. Ele contou que essa fonte extra de dinheiro foi o motivo pelo qual nunca sentiu necessidade de investir em um ponto próprio, embora tenha crescido observando o pai como dono de banca.

Carregar caixas de madeira e plástico todos os dias tornou-se parte da vida dele ao longo de quase três décadas como funcionário. Esse esforço físico constante permitiu sustentar a família e criar os filhos, segundo relatou ao Lado B.

Transformações e um desejo pessoal

A rotina é puxada: José chega por volta das 3h e em alguns dias sai perto das 21h. Mesmo assim, ele lembra que as condições melhoraram bastante, e “José disse ao Lado B que hoje os trabalhadores são registrados, ao contrário do que ocorria antigamente. Segundo ele, o sistema era bruto, mas agora há leis.

José também acompanhou o crescimento do movimento no Ceasa e as mudanças nos produtos, na rotina e no volume de comércio. Apesar de tantas mudanças, ainda guarda um desejo pessoal: reencontrar parentes do sobrenome Ricardo na cidade de Duartina, no interior de São Paulo, com quem perdeu contato.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Milton Filho

Milton Filho

Jornalista, sergipano e coautor do livro 'Memórias do Esporte Clube Vitória: a história rubro-negra contada por seus personagens'

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Sem resultados
Ver todos os resultados

Recomendado para Você

Décadas cientistas tentaram identificar humano

Por décadas, cientistas tentaram identificar pé humano de 3,4 milhões de anos, até uma mandíbula encontrada perto solucionar o mistério

18/09/2026
Homem encontrou pedras estranhas perto

Homem encontrou pedras estranhas perto de um lago e cientistas descobrem ossos de um dinossauro de 30 toneladas na Tailândia

17/09/2026
Maior prédio américa latina erguido

Maior prédio da América Latina vai ser erguido no Brasil em 2026

17/09/2026
Sandy revela mostra rosto filho

Aos 43 anos, Sandy revela por que não mostra o rosto do filho de 12 anos e desabafa sobre o preço que pagou pela fama

17/09/2026
Carros vendidos brasil mês setembro

5 carros mais vendidos no Brasil no mês de setembro de 2026

17/09/2026


Diario de Pernambuco
Diario de Pernambuco

DIARIO DE PERNAMBUCO, 200 ANOS - CREDIBILIDADE E INOVAÇÃO

O jornal mais antigo em circulação da América Latina tem história de pioneirismo e vanguarda. Do primeiro papel até a informatização do jornalismo profissional e da entrada nas redes sociais, o Diario de Pernambuco atua para seguir sua tradição: a qualidade do padrão do grupo de comunicação mais completo de Pernambuco.

Neste ano, o Diario de Pernambuco comemora o seu bicentenário, 200 anos ininterruptos de compromisso com os seus leitores e com a democracia.

O jornal dos pernambucanos chega a uma nova fase da sua existência mantendo-se atualizado, conectado às tendências dos consumidores e do mercado de comunicação, em um canal direto com os leitores através de suas plataformas: jornal impresso e digital, portal de notícias e redes sociais.

DIARIO DE PERNAMBUCO NO DIGITAL
O Diario de Pernambuco é líder entre os jornais de Pernambuco. São mais 3,7 milhões de leitores e seguidores entre as redes sociais e liderança no Instagram, com mais de 1,4 milhão de seguidores, e um novo portal digital que alcança mais de 400 mil acessos no site por dia.

Diario de Pernambuco, conectando gerações desde 1825.

ANUNCIE NO DIARIO

Telefone:
+ 55 81 2122.7892

E-mail:
[email protected]

FALE CONOSCO

Telefone:
+ 55 81 3320.2020
+ 55 81 99217.0191

E-mail:
[email protected]

Nossos portais

  • Pernambuco.com
  • Esportes DP
  • Rádio Clube WEB
  • Rádio Clube PE
  • Blog Giro
  • Blog Dantas Barreto

 

Serviços

  • Versão digital (flip)
  • Versão impressa
  • Assine o Diario
  • Anuncie
  • Expediente
© 2025 Grupo Diario de Pernambuco. Todos os direitos reservados.

Grupo DP

Bem-vindo de volta!

Faça login abaixo

Esqueceu a senha?

Recupere sua senha

Insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Log In

Adicionar nova Playlist

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Home
  • Brasil
  • Mundo
  • Vida Urbana
  • Viver
  • Política de Privacidade
  • Contato

Diario de Pernambuco - DPMAIS