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Preço do etanol cai em 18 Estados, sobe em 3 e no DF e fica estável em 5 na semana, diz ANP

O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 2,94 o litro, em São Paulo

Estadão Conteúdo

Publicado: 10/06/2026 às 10:09

Nos postos pesquisados pela ANP em todo o País, o preço médio do etanol recuou 0,95%, para R$ 4,18 o litro/Marcelo Camargo/Agência Brasil

Nos postos pesquisados pela ANP em todo o País, o preço médio do etanol recuou 0,95%, para R$ 4,18 o litro (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Os preços médios do etanol hidratado caíram em 18 Estados, subiram em 3 e no Distrito Federal (DF) e ficaram estáveis em 5 na semana passada. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas.

Nos postos pesquisados pela ANP em todo o País, o preço médio do etanol recuou 0,95%, para R$ 4,18 o litro. Em São Paulo, principal Estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, o preço caiu 1,27%, a R$ 3,88 o litro. As altas na semana foram registradas no Acre (1,13%), para R$ 5,39 o litro; na Bahia (3,74%), para R$ 4,99 o litro; no Pará (0,78%), para R$ 5,17 o litro, e no Distrito Federal (2,2%), para R$ 4,18.

Em Pernambuco foram pesquisados 160 postos. O preço médio de venda é de R$ 5,46, o litro. O maior preço encontrado foi de R$ 6,59 e o menor de R$ 4,69. 

O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 2,94 o litro, em São Paulo. O maior preço, de R$ 6,60, foi observado no Acre. Já o menor preço médio estadual, de R$ 3 88, foi registrado em São Paulo, enquanto o maior preço médio foi verificado no Amapá, de R$ 5,85 o litro.

Competitividade

O etanol era mais competitivo em relação à gasolina em apenas sete Estados e no Distrito Federal nesta semana. Na média dos postos pesquisados no País, o etanol tinha paridade de 63,24% ante a gasolina, portanto favorável em comparação com o derivado do petróleo.

A paridade era de 69,99% na Bahia; 63,72% no Distrito Federal; 65,58% em Goiás; 58,74% em Mato Grosso; 63,37% em Mato Grosso do Sul; 66,83% em Minas Gerais; 64,34% no Paraná e 60,06% em São Paulo.

Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado.

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