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NYT indica filme brasileiro 'o Filho de mil Homens': 'Drama arrebatador'

O Filho de Mil Homens estreou nos cinemas brasileiros em 2025 e está disponível na Netflix

Estadão Conteúdo

Publicado: 04/04/2026 às 12:10

Filme 'O Filho de Mil Homens'/Foto: Divulgação

Filme 'O Filho de Mil Homens' (Foto: Divulgação)

O jornal americano The New York Times indicou a seus leitores 5 filmes estrangeiros para assistir no streaming. Um deles é O Filho de Mil Homens.

O longa de Daniel Rezende e que conta com Rodrigo Santoro como protagonista é uma adaptação do romance homônimo do escritor português Valter Hugo Mãe. O Filho de Mil Homens estreou nos cinemas brasileiros em 2025 e está disponível na Netflix.

Os outros filmes da lista de Devika Girish, crítica de cinema, editora do Film Comment e que assina as indicações de filmes estrangeiros do NYT, são: Bad Girl, da indiana Varsha Bharath; A República dos Gafanhotos, de Daniel McCabe; Um Dia Nossos Segredos Serão Revelados (Prime Video), da alemã de origem franco-iraniana Emily Atef; e 53 Domingos (Netflix), do espanhol Cesc Gay.

O que o NYT disse sobre 'O Filho de Mil Homens'

Traçando as histórias entrelaçadas de cinco personagens em uma vila costeira no Brasil, o drama arrebatador de Daniel Rezende entrega realismo social sob a forma etérea de uma fábula. O filme começa com Crisóstomo (Rodrigo Santoro), um pescador solitário e isolado que sonha em ter um filho. Em seguida, conhecemos Camilo (Miguel Martines), um menino órfão; Francisca (Juliana Caldas), uma mulher com nanismo que enfrenta uma gravidez difícil; Isaura (Rebeca Jamir), que é violada por um homem e depois forçada ao casamento; e Antonino (Johnny Massaro) um homem gay cuja mãe católica reza incessantemente para que ele mude, sobrecarregando-o com a culpa.

Cada personagem busca aceitação e a vê negada, até que todos se cruzam e o destino revela seus planos: algumas famílias são construídas e escolhidas, em vez de herdadas pelo sangue. Com um design de produção minimalista e vibrante que evoca um outro mundo mítico, diálogos poéticos e personagens que equilibram o arquetípico com o humano, Rezende eleva esta história sobre a intolerância - e o amor que a transcende - a algo cósmico, como um conto de fadas atemporal.

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