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Alceu esquenta o carnaval com segunda edição da prévia Bicho Maluco Beleza no Recife

No dia 8 de fevereiro, a partir das 15h, o bloco Bicho Maluco Beleza, do cantor Alceu Valença, contará com diversas atrações na área central do Recife. O músico pernambucano encerra a programação do dia com show em cima do trio

Allan Lopes

Publicado: 21/01/2026 às 19:26

Alceu Valença durante coletiva de imprensa/Foto: Karol Rodrigues/DP Foto

Alceu Valença durante coletiva de imprensa (Foto: Karol Rodrigues/DP Foto)

Chegando aos 80 anos mais carnavalesco do que nunca, Alceu Valença se prepara para mais uma temporada de festa. Em 2026, além de celebrar oito décadas de vida e música, o ícone olindense consolida seu bloco, o Bicho Maluco Beleza, na Rua da Aurora, no Recife. No dia 8 de fevereiro, pelo segundo ano consecutivo, o endereço vai vibrar ao som do bruxo, que também segue reinando absoluto no Marco Zero e nas ladeiras de Olinda.

Desde 2015, o bloco transforma São Paulo em um pedacinho de Pernambuco, mostrando como se faz um verdadeiro arrastão do frevo. “A música ‘Bicho Maluco Beleza’ foi inspirada no carnaval de Olinda, mas a gente foi parar em São Paulo. Lançamos o bloco, de princípio, em um local pequeno, digamos que em uma pracinha, e foi crescendo. Hoje, é feito no Parque Ibirapuera e dá mais de um milhão de pessoas”, contou Alceu, durante coletiva promovida pela patrocinadora do projeto, a Neoenergia, na Casa da Estação da Luz.

A estreia do Maluco Beleza no Recife, no ano passado, reuniu cerca de 700 mil foliões, e a expectativa para 2026 é repetir a grande mobilização. “A primeira vez que a gente se apresentou, que foi no ano passado, foi maravilhoso. Este ano eu tenho certeza que também será”, projetou o cantor.

O desfile deste ano contará com participações especiais de artistas como Lenine, Almerio, Larissa Lisboa e Juba Valença, além de cortejos de frevo, maracatu e caboclinhos. A concentração está marcada para começar às 15h, próximo à Rua Capitão Lima, no bairro de Santo Amaro.

Ao refletir sobre a essência de seu trabalho, Alceu Valença rejeita o purismo, mas ressalta a importância fundamental das raízes. Para ele, a magia carnavalesca nasce desse respeito pela tradição. “Eu não sou tradicionalista, mas a tradição é necessária”, diz. ”É o nosso diferencial. As coisas vão se juntando, mas leva um tempo. Não é misturar tudo de uma vez, não”, justifica o artista.

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