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Belo Jardim é a 2ª melhor cidade para se viver em Pernambuco, aponta IPS Brasil 2026

A cidade do Agreste pernambucano alcançou pontuação de 65,57, ficando atrás apenas de Fernando de Noronha, distrito pernambucano, que lidera o ranking estadual com 71,75 pontos.

Mariana de Sousa

Publicado: 20/05/2026 às 17:54

Belo Jardim é a 2ª melhor cidade para se viver em Pernambuco, aponta IPS Brasil 2026
/Foto: Divulgação / Prefeitura Belo Jardim

Belo Jardim é a 2ª melhor cidade para se viver em Pernambuco, aponta IPS Brasil 2026 (Foto: Divulgação / Prefeitura Belo Jardim)

O município de Belo Jardim aparece como a segunda melhor cidade para se viver em Pernambuco, de acordo com o Índice de Progresso Social (IPS Brasil) 2026. A cidade do Agreste pernambucano alcançou pontuação de 65,57, ficando atrás apenas de Fernando de Noronha, distrito pernambucano, que lidera o ranking estadual com 71,75 pontos.

O levantamento avalia indicadores relacionados à qualidade de vida da população, incluindo áreas como saúde, segurança, moradia, educação, inclusão social e acesso a oportunidades.

Além de Belo Jardim, outras cidades pernambucanas que aparecem entre as dez melhores colocadas no ranking estadual são Santa Cruz do Capibaribe (64,61), Paulista (64,25), Petrolina (63,93), Caruaru (63,87), Surubim (63,86), Sairé (63,84), Serra Talhada (63,67) e Itacuruba (63,54).

O prefeito de Belo Jardim, Gilvandro Estrela, comemorou o resultado e atribuiu o desempenho aos avanços registrados no município nos últimos anos.

“Belo Jardim já ocupa, segundo a pesquisa do IPS Brasil, o segundo lugar em qualidade de vida em Pernambuco, só perdendo para a minúscula Fernando de Noronha. Isso para nós é motivo de orgulho”, afirmou.

Segundo o gestor, fatores como geração de empregos, investimentos em infraestrutura e melhorias nos serviços públicos contribuíram para o crescimento da cidade no índice.

“É a melhoria na saúde, na limpeza pública, nos investimentos que estamos fazendo na cidade, em infraestrutura, principalmente. Isso faz com que nós possamos ter, de fato, uma melhor qualidade de vida da população”, declarou.

Gilvandro Estrela também destacou o papel do setor industrial no desenvolvimento econômico do município, citando a atuação do Grupo Moura e a geração de empregos na cidade.

“Nós temos hoje mais de 10 mil funcionários trabalhando nas indústrias de Belo Jardim. Os empresários do pequeno, médio e grande porte oferecem oportunidade de emprego e trabalho. O prefeito pagando em dia o salário dos servidores. Esse somatório de fatores fez com que a nossa cidade atingisse esse percentual de crescimento”, disse.

 

Na Câmara Municipal, o vereador Fabrício Chagas também avaliou de forma positiva o desempenho de Belo Jardim no ranking do IPS Brasil.

“Eu vejo esse reconhecimento com muita alegria, porque mostra que Belo Jardim vem avançando e que o trabalho em conjunto tem dado resultado”, disse.

O parlamentar ressaltou ações voltadas para esporte, inclusão social e qualidade de vida, além de projetos voltados à zona rural e às mães atípicas.

“Fico feliz também em poder contribuir diretamente com isso através de projetos que apresentei e foram aprovados e sancionados, como o Belo Jardim em Movimento, incentivando esporte, saúde e qualidade de vida, além de ações voltadas às mães atípicas”, afirmou.

Pernambuco também está entre as 50 piores cidades para se viver

O município de Carnaubeira da Penha, no Sertão de Pernambuco, aparece entre as 50 piores cidades do Brasil para se viver, de acordo com o Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, divulgado nesta quarta-feira (20). A cidade ocupa a 16ª pior colocação nacional no levantamento, com pontuação de 48,79, sendo também a última colocada entre os municípios pernambucanos avaliados.

Além de Carnaubeira da Penha, o ranking dos dez municípios pernambucanos com pior qualidade de vida no IPS 2026 inclui Paranatama (50,49), Casinhas (52,29), Santa Filomena (53,46), Bodocó (53,48), Buíque (53,63), Santa Cruz (53,67), Santa Maria do Cambucá (53,94), Afrânio (54,56) e Maraial (54,56).

O estudo analisou os 5.570 municípios brasileiros a partir de 57 indicadores sociais e ambientais, sem considerar critérios econômicos como o Produto Interno Bruto (PIB). Entre os fatores avaliados estão acesso ao saneamento básico, cobertura vacinal, expectativa de vida, segurança pública, inclusão social, educação superior, acesso à internet e preservação ambiental.

 

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