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Miguel Coelho diz que candidatura ao Senado "está posta e é irreversível"

No café da manhã do galo da madrugada, neste sábado (14), o ex-prefeito de Petrolina defendeu projeto político e destacou articulações entre partidos para formação das chapas em Pernambuco

Adelmo Lucena

Publicado: 14/02/2026 às 09:01

Miguel Coelho foi ao café da manhã do Galo /Crys Viana/DP

Miguel Coelho foi ao café da manhã do Galo (Crys Viana/DP)

Durante o café da manhã do Galo da Madrugada, realizado neste sábado (14), o ex-prefeito de Petrolina (Sertão), Miguel Coelho (UPB), reforçou sua intenção de disputar uma vaga no Senado Federal e comentou o cenário de articulações políticas em Pernambuco.

Ele abordou as negociações envolvendo a federação formada pelo Progressistas e o União Brasil, além da aproximação com o projeto político liderado pelo prefeito do Recife, João Campos (PSB).

A federação entre as duas siglas reúne um grupo expressivo de lideranças políticas no estado, incluindo dezenas de prefeitos e parlamentares estaduais e federais. O bloco busca ampliar sua influência no cenário eleitoral e pode desempenhar papel estratégico tanto na base da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), que deve disputar a reeleição, quanto na composição da Frente Popular, que pode ser encabeçada por João Campos. Nesse contexto, Miguel Coelho tenta viabilizar seu nome para integrar a chapa majoritária ao Senado.

“É natural que haja discussões em uma federação que envolve dois partidos grandes, como o Progressistas e o União Brasil. O que Antônio Rueda me disse é que minha candidatura está posta e é irreversível. Estou muito confiante neste trabalho, afirmou.

O ex-prefeito também destacou que a construção da candidatura está inserida em um projeto político maior, voltado para ampliar a representatividade do estado no cenário nacional.

“Tenho confiança no projeto que estamos construindo há muito tempo. A candidatura ao Senado não é apenas minha, mas de uma frente política que busca representar um novo tempo, mas acima de tudo um candidato a senador que tenha protagonismo, voz e altivez para aproximar Brasília das pessoas e conseguir dinheiro e recursos para poder fazer mais postos de saúde, obras de saneamento, mais investimento na segurança, modernizar o sistema de transporte que é um caos”, complementou Coelho.

Disputa por espaço nas chapas

As negociações para a formação das chapas majoritárias em Pernambuco envolvem diferentes forças políticas e podem redefinir alianças. Além da federação entre PP e União Brasil, outras legendas também buscam espaço nas composições eleitorais.

Entre elas está o Partido dos Trabalhadores (PT), que defende prioridade para a candidatura à reeleição do senador Humberto Costa como condição para um eventual apoio ao projeto liderado por João Campos. A movimentação pode reduzir o espaço para nomes da federação PP-União Brasil e ampliar a disputa interna por vagas.

Apesar das divergências, Miguel Coelho afirmou que mantém confiança no diálogo entre os partidos.

“Acho natural que todos estejam dialogando. Política se faz com diálogo, não com rancor. Já deixei claro meu posicionamento, assim como o do União Brasil, e seguimos conversando com os demais partidos envolvidos. Estou confiante no trabalho e no resultado que esperamos alcançar nas eleições de outubro”, finalizou.

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