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BRASIL NA GAMESCON

Abragames leva 78 estúdios à gamescom 2026 e estreia espaço dedicado a jogos indies nacionais

O principal destaque da edição de 2026 é a estreia do Brazilian Indie Pavilion, espaço inédito dedicado à apresentação de jogos brasileiros diretamente ao público do evento.

Antônio Gois

Publicado: 21/08/2026 às 21:12

gamescon 2025/gamescon/Divulgação

gamescon 2025 (gamescon/Divulgação)

A Abragames (Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Games) levará uma delegação de 78 estúdios e empresas brasileiras à gamescom 2026, realizada entre os dias 26 e 30 de agosto em Colônia, na Alemanha. A participação é viabilizada pelo programa Brazil Games, projeto de exportação conduzido pela entidade em parceria com a ApexBrasil.

Antes da feira, entre os dias 24 e 25, parte da delegação também estará presente na gamescom dev, conferência voltada ao ecossistema de desenvolvimento de jogos.

Considerada um dos maiores eventos da indústria global, a gamescom reúne anualmente mais de 350 mil visitantes, além de investidores, publicadoras e agentes de fomento de diversos países.

O principal destaque da edição de 2026 é a estreia do Brazilian Indie Pavilion, espaço inédito dedicado à apresentação de jogos brasileiros diretamente ao público do evento. A iniciativa é realizada em parceria com o Sebrae-SP, a Embratur e o Brazil Games Accelerator e reunirá 35 títulos nacionais, distribuídos entre jogos apoiados pelo programa Crie Games, do Sebrae-SP; finalistas do Prêmio Brasil Tá Pra Game; e selecionados do programa de aceleração Brazil Games.

Durante a feira, também será anunciado o pódio da 3ª edição do Prêmio Brasil Tá Pra Game, iniciativa da Embratur em parceria com a Abragames. Os quatro jogos premiados estarão representados no pavilhão: Lunar Axe (OPS Game Studio), Hell Clock (Rogue Snail/Mad Mushroom), Hit It Back (Sue the Real) e Capote (Luski Game Studio/CriticalLeap).

A delegação conta ainda com apoio do Sebrae Nacional, da AdeSampa e do programa CreativeSP, do Governo do Estado e da Prefeitura de São Paulo, que em conjunto viabilizam a participação de dezenas de estúdios adicionais. Dados da Abragames indicam que 55% da receita dos estúdios brasileiros já provém do mercado externo, superando US$ 138 milhões em negócios globais.

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