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Política
Investigação

Assessor de Jair Renan é acusado de agredir primo em discussão política

Gabinete do parlamentar destacou que se trata de um conflito familiar e reforçou discordância em relação a qualquer tipo de violência

Renato Souza - Correio Braziliense

Publicado: 29/10/2026 às 17:13

Gustavo Schiphorst, assessor do vereador Jair Renan, é acusado de agredir um primo em uma discussão que teria motivações políticas/Reprodução /Instagram/ Gustavo Schiphorst

Gustavo Schiphorst, assessor do vereador Jair Renan, é acusado de agredir um primo em uma discussão que teria motivações políticas (Reprodução /Instagram/ Gustavo Schiphorst)

A Polícia Civil de Santa Catarina investiga Gustavo Schiphorst, assessor do vereador Jair Renan, acusado de agredir um primo em uma discussão que teria motivações políticas. Além disso, outros parentes de Gustavo teriam se envolvido na situação e usado objetos para arremessar contra a vítima, identificada como Marcelo Ribeiro Delgado Junior.

De acordo com a ocorrência, a situação ocorreu no bairro Vargem Grande, em Balneário Camboriú. A informação foi revelada pelo G1. O episódio teria ocorrido logo após a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As duas famílias seriam vizinhas na região, mas a ocorrência não informa se houve algum tipo de comemoração em relação ao resultado do pleito ou provocação de algum dos lados.

Pelas redes sociais, Gustavo afirmou que os fatos têm sido divulgados de “forma unilateral e sem a devida contextualização das circunstâncias envolvidas”. O assessor declarou ainda que a divulgação “vem comprometendo sua segurança e a de seus familiares” e que a atribuição de responsabilidade é prematura. Jair Renan não tem envolvimento com o caso.

Em nota, o gabinete do vereador afirmou que a situação ocorreu em contexto familiar. “Cientes dos fatos, averiguamos com o mesmo sobre o ocorrido, e nos foi relatado tratar-se de conflito familiar. Reafirmamos a nossa discordância sobre qualquer forma de violência, independentemente da sua motivação”, diz o texto.

“Por fim, considerado o quanto noticiado, aguardaremos a elucidação dos fatos de nossa parte e pelas autoridades competentes, para eventuais providências, sem juízo precipitado e prejudicial contra quem nos prestou bons serviços”, destacou o gabinete.

Leia no Correio Braziliense.

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