André Mendonça, do STF, chama nova reunião com a PF para discutir investigação do Banco Master
Mendonça se reúne com PF nesta segunda-feira (23) para alinhar próximos passos do caso Banco Master; investigadores devem ouvir depoimentos e concluir primeiro inquérito em semanas
Publicado: 22/02/2026 às 12:16
Ministro André Mendonça, do STF, avaliará se mantém ou não o rigoroso sigilo imposto pelo ex-relator Dias Toffoli às investigações sobre o Master (Gustavo Moreno/SCO/STF)
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça convocou delegados da Polícia Federal para uma nova reunião sobre a investigação das suspeitas de irregularidades do Banco Master e do seu dono, Daniel Vorcaro, para a próxima segunda-feira, 23.
Devem participar da conversa investigadores da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção (DICOR) responsável pelo caso.
O objetivo do encontro é discutir as informações já apresentadas pela PF sobre o andamento da investigação e conversar sobre os próximos passos do caso.
- João Campos e Tabata Amaral se casam em cerimônia prestigiada
- Escola que homenageou Lula no Rio domina debate nas redes e tem mais menções negativas
- Lula defende aliança com a Índia sobre terras raras como "resposta ao unilateralismo"
- Dallagnol protocola notícia-crime contra Moraes por suposto abuso no caso Unafisco
Em decisão proferida na última sexta-feira, 20, André Mendonça já havia autorizado a PF a retomar as diligências do inquérito e organizar o trabalho dos peritos para a extração dos dados de aparelhos apreendidos.
A PF informou ao ministro que ainda há uma demanda de 100 aparelhos telefônicos para periciar e analisar. Os próximos passos também devem envolver a colheita de depoimentos dos investigados que ainda não foram ouvidos no inquérito sobre as suspeitas de irregularidades da venda do Master ao Banco Regional de Brasília (BRB).
A expectativa dos investigadores é finalizar esse primeiro inquérito nas próximas semanas. Já foram abertas diversas outras frentes de apuração que estão em estágio inicial, como os crimes financeiros envolvendo fundos de investimento e o uso de influenciadores para ataques a autoridades públicas.