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Violência

Mulher denuncia ter sofrido assédio sexual ao pegar carona em viagem em veículo por aplicativo

Caso aconteceu em Caruaru, no Agreste, e está sendo investigado pela Polícia Civil

Publicado em: 22/12/2023 10:55 | Atualizado em: 22/12/2023 11:22

Delegacia de Caruaru fica no Agreste de Pernambuco  (Foto: Arquivo)
Delegacia de Caruaru fica no Agreste de Pernambuco (Foto: Arquivo)
A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) instaurou um inquérito para apurar um caso de assédio sexual sofrido por uma mulher de 25 anos.

O crime aconteceu durante uma viagem em um veículo que faz transporte por aplicativo, em Caruaru, no Agreste do Estado. 

O fato ocorreu na quinta (21), mas foi confirmado pela corporação nesta sexta (22). A ocorrência foi registrada na 90ª Delegacia de Caruaru. 

De acordo com a polícia, a vítima relatou aos investigadores que utilizou um serviço de carona por meio de aplicativo, com saída do Recife para Caruaru.

Segundo a vítima, durante o trajeto, ela aproveitou para descansar e acabou tirando um cochilo.
Em um determinado momento o agressor, que também era passageiro do veículo, começou a tocar nas partes íntimas da vítima. 

Ainda segundo ela, no momento do assédio, ela despertou e ficou assustada.
 
Em seguida entrou em contato com o irmão por meio do aplicativo de mensagem WhatsApp para avisar que estava sendo vítima do assédio. 

Em seguida, ela decidiu pegar o celular e gravar o suspeito cometendo o assédio. Neste momento, aos prantos, ela pediu para que o motorista parasse o veículo. 

O carro parou em um posto de gasolina e a vítima pediu socorro aos frentistas, que em seguida, acionaram a Polícia Militar. 

Todos os envolvidos foram encaminhados para a delegacia. De acordo com a polícia, um Boletim de Ocorrência (BO) foi prestado pela vítima e um inquérito foi instaurado. 

Até o momento da publicação desta matéria, a polícia não tinha confirmado se o suspeito foi liberado ou autuado em flagrante pelo delito de assédio sexual. 

Pena
 
Segundo o Código Penal, praticar contra alguém e sem a sua anuência ato libidinoso com o objetivo de satisfazer a própria lascívia ou de terceiro”. Trata-se de uma prática criminosa incluída há cerca de cinco anos no Código Penal pela Lei nº 13.718. Se condenado, o agressor pode pegar de um a cinco anos de prisão.

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