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Trump celebra ação na Venezuela e diz que EUA vão acelerar produção de armas

Trump afirmou que a produção bélica nos EUA é "muito lenta" e anunciou que vai tomar medidas "duras" para acelerar a compra e venda de armas

Diario de Pernambuco

Publicado: 06/01/2026 às 13:25

O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa durante uma coletiva de imprensa com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, após conversas na residência de Trump em Mar-a-Lago, em Palm Beach, Flórida, em 28 de dezembro de 2025. (Foto de Jim WATSON / AFP)/ AFP

O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa durante uma coletiva de imprensa com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, após conversas na residência de Trump em Mar-a-Lago, em Palm Beach, Flórida, em 28 de dezembro de 2025. (Foto de Jim WATSON / AFP) ( AFP)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, celebrou, nesta terça-feira (6), a operação militar na Venezuela que resultou na captura do então presidente Nicolás Maduro no último sábado (3). Trump elogiou a efetividade do exército americano e a qualidade do armamento utilizado no bombardeio.

“Os Estados Unidos provaram mais uma vez que temos o mais poderoso, sofisticado e temível exército no planeta Terra. Ninguém consegue nos derrubar. Ninguém conseguiria fazer isso, ninguém tem as nossas armas, a qualidade das nossas armas”, declarou Trump.

De acordo com o presidente estadunidense, no entanto, a produção bélica nos EUA é “muito lenta”. Ele anunciou que vai tomar medidas “duras” para acelerar a compra e venda de armas, tanto internamente quanto para países aliados.

“O problema é que não as produzimos rápido o bastante. Vamos começar a produzi-las muito mais rápido. Seremos duros com as empresas. Temos as melhores armas do mundo, mas demora muito para consegui-las. Incluindo aliados, quando eles querem comprar precisam esperar quatro anos por um avião, cinco por um helicóptero. Não deixaremos isso acontecer”, disse.

Este não é o primeiro pronunciamento de Trump exaltando seu poderio militar e a rapidez da operação em Caracas, capital venezuelana. Horas após o bombardeio, o americano chegou a afirmar que Maduro foi capturado tão rápido que sequer teria tido tempo de chegar ao seu bunker – e que este poderia ter sido infiltrado pelos militares em questão de segundos.

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