Miguel Coelho garante estar tranquilo em relação à operação da PF; Ele aponta viés político
Além de Miguel, a PF fez buscas e apreensões em endereços ligados ao seu pai, ex-senador Fernando Bezerra Coelho, e do irmão, deputado Fernando Filho (UB)
Publicado: 25/02/2026 às 17:11
Miguel Coelho (Divulgação)
Presidentes estadual do União Brasil, pré-candidato a senador e ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho divulgou nota afirmando que foi surpreendido com a Operação Vassalos, da Polícia Federal, nesta quarta-feira (25). Considera que o “alvo principal é o crescimento da cidade de Petrolina”, devido aos investimentos realizados por seu grupo político no município. Além de Miguel, a PF fez buscas e apreensões em endereços ligados ao seu pai, ex-senador Fernando Bezerra Coelho, e do irmão, deputado Fernando Filho (UB).
“A petição do STF para tudo o que vimos hoje, apresenta como motivação emendas parlamentares destinadas durante o mandato de Fernando Bezerra Coelho e Fernando Filho, para a nossa terra, emendas estas que transformaram o município, que foi o que mais cresceu no Nordeste na última década, com a melhor qualidade de vida, indicadores educacionais e desenvolvimento humano. Com a convicção que nossa força política é fundamental neste processo, reafirmamos que iremos continuar lutando para que mais recursos cheguem à cidade. Petrolina não vai parar de crescer e nem voltar ao passado”, diz o texto.
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“Por meio da decisão do Ministro Flávio Dino, constatou-se que alguns fatos já foram objeto de apuração pelo STF com o consequente arquivamento (INQ 4513). Segundo consta na decisão do Ministro, a PGR manifestou-se contra as medidas postuladas pela polícia federal”, acrescenta Miguel Coelho.
Segundo ele, é “impossível não destacar o viés político desse tipo de operação, uma vez que jamais deixamos de prestar quaisquer informações aos órgãos de controle, sejam estaduais ou federais”. “As contas de Petrolina, aliás, estão devidamente regulares e aprovadas. Seguimos com tranquilidade e confiantes na Justiça brasileira. Nossa luta política não será abalada por perseguições de onde quer que elas venham”, conclui Miguel Coelho.