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HISTÓRIA

Copa do Mundo: torcedor da Seleção Brasileira coleciona camisas históricas e sonha com o hexa em 2026

A menos de três meses para a Copa dos Estados Unidos, Canadá e México, a torcida brasileira começa a entrar no clima da competição

Caio Antunes

Publicado: 28/03/2026 às 07:00

João Felipe, colecionador de camisas da Seleção Brasileira/Rafael Vieira / DP Foto

João Felipe, colecionador de camisas da Seleção Brasileira (Rafael Vieira / DP Foto)

A exatos 75 dias da Copa do Mundo de 2026, o clima da principal competição de seleções do planeta já vem tomando conta do dia a dia dos brasileiros. A empolgação natural pela proximidade do evento faz as referências à Seleção Brasileira se fazerem presentes nas ruas do Recife e do estado de Pernambuco, invadindo o cotidiano da população.

Mesmo com a fase dentro de campo ainda longe de passar a confiança necessária, a Canarinho contará mais uma vez com o apoio popular para buscar o hexacampeonato nos Estados Unidos, Canadá e México.

Pernambucano e aficionado pela Seleção, João Felipe, de 43 anos, é um dos muitos entusiastas da Copa do Mundo. O torcedor conta com uma extensa coleção de camisas históricas do Brasil em sua residência no bairro do Janga, em Paulista.

Em entrevista ao Diario de Pernambuco, João Felipe revelou como se iniciou a sua paixão pela Amarelinha e por Copas do Mundo. Além de 18 camisas utilizadas pelo Brasil em Copas, o pernambucano também conta em sua coleção com seis álbuns de figurinhas temáticos, sendo o primeiro do Mundial histórico de 1994.

“Minha paixão pela Seleção começou devido ao meu pai. Ele me falava muito do time de 1970, com Jairzinho, Pelé, Tostão e Rivellino. Foi passando essa paixão e as minhas primeiras lembranças foram daquela frustração em 1990 (eliminação para a Argentina). Em 94, veio a consagração com o título nos Estados Unidos”, relembrou João Felipe.

“Depois disso, conquistei a camisa do Romário como colecionador e fui me apaixonando cada vez mais por camisas e álbuns de figurinhas. Seleção Brasileira é paixão mundial, quem gosta de futebol, brasileiro ou não, é apaixonado por Seleção Brasileira”, completou o torcedor.

Depois de já ter acompanhado dois títulos mundiais históricos (1994 e 2002) e algumas frustrações em sua vida, João Felipe não esconde a esperança de o Brasil voltar ao topo do mundo em 2026. Segundo ele, o Mundial deste ano traz semelhanças ao tetracampeonato conquistado nos Estados Unidos.

“Toda Copa a gente tem esperança que o Brasil conquiste. A última Copa que ganhamos também estávamos desacreditados, apesar de ter muitos craques na equipe. Em 1994, estivemos desacreditados também, com um time que ninguém botava fé, e terminamos conquistando a Copa”, pontuou.

“Esse ano também, acho que não temos um time ruim e Copa do Mundo é um tiro curto. Se o time der liga, temos jogadores que podem fazer a diferença. Toda Copa temos fé que vamos conquistar e o meu sentimento de torcedor continua igual, é Brasil sempre!”, concluiu o torcedor.

Além das camisas amarelas e azuis do Brasil lançadas desde a Copa de 1994 até 2026, incluindo incluindo uma especial do tricampeonato de 1970, João Felipe também cultiva em sua coleção camisas de outras 15 seleções mundiais. A coleção e os relatos entusiastas do torcedor reforçam o sentimento único que a Seleção Brasileira e as Copas do Mundo podem trazer em diferentes épocas e gerações.


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