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'Não temos medo': França e Espanha trocam provocações antes da semifinal

França chega confiante contra a Espanha e Rabiot descarta temor por Yamal

AFP

Publicado: 14/07/2026 às 11:07

Lamine Yamal, da Espanha, e Kylian Mbappe, da França /Patrick T. FALLON and Angela WEISS / AFP

Lamine Yamal, da Espanha, e Kylian Mbappe, da França (Patrick T. FALLON and Angela WEISS / AFP)

O meio-campista da seleção francesa Adrien Rabiot afirmou nesta segunda-feira (13), véspera da semifinal da Copa do Mundo contra a Espanha, que os 'Bleus' não temem nenhum adversário.

"Não temos medo de ninguém, evidentemente. Dado o nosso caminho até aqui, acho que chegamos à semifinal nas melhores condições possíveis", disse Rabiot sobre o duelo de terça-feira em Arlington, no Texas.

Desta forma, o volante francês respondeu ao atacante espanhol Lamine Yamal, que na sexta-feira passada iniciou a troca de farpas através da imprensa.

"Se a França tem alguém a temer, somos nós", disse Yamal, que completou 19 anos nesta segunda-feira, ao canal de televisão espanhol TVE. "Fomos nós que os eliminamos da última vez. Vamos ver o que acontece".

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O craque do Barcelona acrescentou: "Há duas opções: ou eles chegam a três finais consecutivas da Copa do Mundo, ou nós os vencemos três vezes seguidas. Veremos o que acontece. Não temos nenhum medo".

Rabiot, pilar do meio-campo da França, também afirmou que "não haverá nenhum plano anti-Yamal", carrasco dos 'Bleus' nas semifinais da Eurocopa de 2024 (2 a 1) e da Liga das Nações da Uefa em 2025 (5 a 4).

"Estamos focados na seleção espanhola, não em apenas um jogador. Sabemos que eles são perigosos em todos os aspectos, seja no ataque, na posse de bola, nos espaços curtos perto da área e no jogo coletivo. Então, temos que nos concentrar nisso, e não necessariamente em um jogador específico", explicou.

Rabiot também destacou a "osmose" e a "coesão" dentro da seleção francesa.

"Nós nos damos bem. Fora de campo, tudo funciona muito bem, e acho que isso representa uma grande parte desse sucesso. Há também coisas que nos uniram, por exemplo, as dificuldades que o treinador enfrentou [Didier Deschamps perdeu a mãe no início do torneio]", lembrou o jogador do Milan.

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