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Jovens torcedores transformam paixão em coleção de mais de 140 camisas de futebol

Em clima de Copa do Mundo, Ricardo, de 12 anos, e Joaquim, de 9 anos, nutrem admiração pelo esporte em forma material

Por Caio Antunes

Jovens colecionadores Ricardo (mais alto) e Joaquim

Esporte mais popular do mundo, o futebol pode despertar paixão em diferentes fases da vida. No caso dos irmãos Ricardo, de 12 anos, e Joaquim, de 9, a admiração veio de berço e passou a ser nutrida de forma material.

Aficionados por times, seleções e qualquer tipo de competição, a dupla já conta com uma extensa coleção de 140 camisas de futebol. O acervo, presente na residência da família no Recife, reúne clubes brasileiros, equipes internacionais e diversas seleções nacionais.

Entre as peças mais simbólicas da coleção está uma camisa do Pisa, da Itália, cidade onde a família morou durante um curto período. O acervo também chama atenção por trazer seleções menos tradicionais, como Suécia, Estados Unidos e Japão.

Em entrevista ao Diario, o irmão mais velho, Ricardo, contou como surgiu o desejo de colecionar itens ligados ao futebol. “Eu sempre quis jogar futebol, desde pequeno. Meus pais começaram a comprar camisas de futebol e eu passei a gostar muito. Virei torcedor fanático do Náutico e daí veio minha paixão por camisas. Depois, começamos a colecionar peças de países e times de diferentes lugares”, disse o colecionador.

O irmão mais novo, Joaquim, também externou o encantamento pelo futebol desde cedo e revelou sua camisa favorita da coleção. “É o esporte em que eu mais me inspiro e meus pais começaram a comprar camisas por isso. Eu uso sempre, porque é meu esporte favorito e tenho muita paixão. Eu gosto demais da camisa preta do Treze-PB que ganhei do meu tio. Ela é muito confortável e diferente”, afirmou Joaquim, com entusiasmo.

O clima de Copa do Mundo também já toma conta da casa da família. Além das camisas, o álbum de figurinhas já virou presença constante na sala da residência. Aficionados, os irmãos não esconderam o fanatismo pela Seleção Brasileira e o encantamento pela principal competição do futebol mundial.

“Torço pelo Brasil e também gosto de Portugal. Acompanho a Copa desde 2022 e, desde então, comecei a colecionar meus primeiros itens relacionados ao torneio. Acompanhamos todas as eliminatórias até agora e estamos muito animados”, contou Ricardo.

Joaquim, por sua vez, não guarda grandes memórias do Mundial do Catar e demonstra entusiasmo para a primeira Copa acompanhando o esporte mais de perto. “É a primeira Copa que vou conseguir assistir entendendo melhor de futebol. Estou muito animado porque vou acompanhar sabendo mais sobre o esporte”, externou o jovem torcedor.

Apesar da pouca idade, Ricardo e Joaquim também cultivam admiração por camisas retrô de futebol. Os irmãos já projetam o futuro da coleção familiar, com o objetivo de adquirir peças mais antigas e ampliar o acervo.

“Na nossa coleção temos a camisa do Brasil de 1998 e a da Argentina de 1994. Também temos um uniforme antigo da Itália. Pretendemos conseguir outras camisas antigas dessas últimas décadas. Vamos tentar bater a marca de 200 camisas no futuro”, disseram os irmãos.

 

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