° / °
Economia
geração de emprego

Pernambuco lidera Nordeste com 13.428 empregos em agosto, aponta Novo Caged

No cenário nacional, o estado ocupa a terceira posição, ficando apenas atrás de São Paulo e do Rio de Janeiro

Marlon Júlio

Publicado: 30/09/2026 às 14:45

Carteira de Trabalho/Tony Winston/Agência Brasília.

Carteira de Trabalho (Tony Winston/Agência Brasília.)

Os dados do Novo Caged, divulgados na terça-feira (29), pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), mostram que Pernambuco registrou 13.428 novos postos de emprego em agosto. Com o resultado, o estado manteve a liderança na geração mensal de trabalhos formais no Nordeste e ocupou a terceira posição no cenário nacional, ficando apenas atrás de São Paulo com 42.533 postos gerados, e do Rio de Janeiro, que teve 20.886.

O saldo, resultado das 67.513 admissões e das 54.085 no mês em Pernambuco, foi obtido a partir de cinco setores: Serviços, com 4.393 postos gerados; Indústria, com 3.296; Agropecuária, com 2.981; Construção, com 1.824; e Comércio, com 934.

A média salarial das novas vagas é de R$ 2.103,89, uma variação de 1,64% em relação ao mês de julho.

No acumulado de janeiro a agosto deste ano, o estado totalizou 36.874 novos postos formais. O setor de serviços foi responsável por 26.769, que corresponde a 72,6% das admissões. Já nos últimos 12 meses, foram criados 63.587 empregos.

No Recife foram gerados 3.424 empregos com carteira assinada no mês de agosto. O setor de Serviços foi responsável por 2.524 novos empregos formais. O resultado foi alavancado pela Construção Civil, com 696 novos postos de trabalho no mês. Em seguida, estão o Comércio, com 184 empregos criados, e a Agropecuária, com 26 novos postos.

No acumulado dos oito primeiros meses do ano, a capital pernambucana registrou 16.427 trabalhos formais, que corresponde a 44,5% das vagas geradas em Pernambuco no período.

Sobre o Novo Caged

O Novo Caged consolida as estatísticas do emprego formal no Brasil utilizando dados integrados do eSocial, Caged e Empregador Web. Em vigor desde janeiro de 2020, conforme a Portaria SEPRT nº 1.127/2019, a transição substituiu o sistema Caged tradicional pelo eSocial para parte das empresas.

Para garantir a precisão e a integridade dos indicadores durante essa migração de plataformas, foi adotada uma metodologia de imputação de dados para garantir a divulgação de resultados com segurança estatística e transparência.

Mais de Economia

Últimas

WhatsApp DP
Mais Lidas