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Comércio varejista em Pernambuco cresce 1,1% em fevereiro e fica acima da média nacional

Aquecimento do comércio varejista em Pernambuco foi puxado pelas atividades de combustíveis e lubrificantes, supermercados e produtos alimentícios

Thatiany Lucena

Publicado: 15/04/2026 às 22:38

O volume de vendas do comércio varejista do país cresceu 0,6% em fevereiro/Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O volume de vendas do comércio varejista do país cresceu 0,6% em fevereiro (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O comércio varejista em Pernambuco cresceu 1,1% em fevereiro, acima da média nacional (0,6%). Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (15), na Pesquisa Mensal de Comércio, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Aquecimento do segmento do setor no estado é reflexo da geração de emprego no estado.

No acumulado do ano, o levantamento registrou uma expansão de 12,2%, contra 2,4% no mesmo período do ano anterior. Já no acumulado em 12 meses a alta foi de 3,6%. O índice coloca Pernambuco em 8º posição com desempenho superior ao de mercados como São Paulo e Rio de Janeiro e reflete um cenário de recuperação em relação aos últimos meses de 2025.

O aquecimento do comércio varejista em Pernambuco é reflexo do retorno da alta dos índices de emprego, aponta o economista da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio-PE), Rafael Lima. “Dados de janeiro e fevereiro do Caged de 2026 já mostram que o emprego formal em Pernambuco voltou a crescer. Mesmo sendo meses recorrentemente de desemprego, pelo fim do contrato temporário, foram meses positivos para o emprego formal. Isso vai se refletir principalmente no varejo, com o aumento do volume de vendas”, explica.

A tendência também foi positiva na receita nominal de vendas. No acumulado do ano, a receita cresceu 14,7%, frente a 7,4% no ano anterior, diferença de 7,3 pontos percentuais.

Setores

Na variação acumulada de 12 meses, as atividades de combustíveis e lubrificantes; e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo realizaram as vendas que tiveram maior impacto na receita nominal de vendas no comércio varejista. Os segmentos registraram respectivamente 12,7% e 10,6% de aumento nesse período.

Por outro lado, materiais de construção e atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo acumularam recuos de 0,9% e 2,2%.

 

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