A Villa Oleandra, mansão de George Clooney à beira do Lago di Como, na Itália, se tornou centro de uma controvérsia que mobilizou mídia internacional e autoridades locais. A propriedade de 25 quartos e 2.700 metros quadrados virou assunto diplomático quando a revista italiana Oggi publicou que o ator pretendia Vender o imóvel para se mudar com a esposa Amal para a Provence, na França, região que o casal adquiriu em 2021.
O rumor disparou em 20 de setembro e atravessou o Atlântico poucos dias depois, quando publicações americanas repercutiram a notícia. O valor mencionado pela revista italiana era de US$ 107 milhões (cerca de R$ 530 milhões), cifra muito acima da propriedade mais cara então listada na região, avaliada em US$ 21,2 milhões.
Clooney e Amal responderam com um comunicado desmentindo a venda e afirmando que nenhum de seus bens estava sendo colocado no mercado.
A joia imobiliária na Itália
Clooney adquiriu a Villa Oleandra em 2002 da família Heinz por cerca de US$ 14 milhões. A mansão impressiona pela infraestrutura: além dos 25 quartos, conta com quadras de tênis, academia, garagem para motocicletas antigas, sala de cinema, piscina, quadra de basquete e dois píeres no lago.
Cenas do filme “Doze Homens e Outro Segredo” foram gravadas no local, e a propriedade recebeu hóspedes notáveis como Meghan Markle, Príncipe Harry, Jennifer Aniston e Matt Damon.
O valor da Villa Oleandra subiu dramaticamente desde a compra original. Publicações especializadas apontam que o imóvel ultrapassou a marca de US$ 100 milhões, fenômeno que corretores locais batizaram de “efeito Clooney”. A valorização imobiliária provocada pela presença de celebridades em uma região.
A propriedade italiana é apenas um dos imóveis da extensa carteira de Clooney e Amal. O casal também possui uma vila em Studio City. Los Angeles, uma casa na ilha de Sonning Eye, no rio Tâmisa na Inglaterra, um apartamento em Manhattan e a mencionada propriedade em Provence. Esse portfólio diversificado reflete o estilo de vida itinerante do ator e sua família.
Como o boato ganhou força
A suposta venda foi alimentada por Yasemin Baysal, corretora da firma Engel and Völkers, que revelou à revista Oggi conhecer um cliente muito interessado em adquirir a Villa Oleandra. A matéria foi além e sugeriu que Amal estaria pressionando George para deixar a região. Já que o território não era de seu gosto, dinâmica que levou a especulação a ganhar contornos pessoais e familiares.
A rapidez com que o boato se espalhou demonstrou quanto a propriedade do ator, e a própria presença dele na Itália, é representativa para a região. Quando a história chegou aos principais veículos americanos, transformou um rumor imobiliário em questão de interesse público internacional, forçando o casal a se posicionar publicamente.











