Edinson Cavani, atacante uruguaio de 39 anos, mantém uma fazenda no município de Salto, sua terra natal, onde trocou os gramados lotados da Europa pela rotina tranquila do interior do Uruguai.
A fazenda reúne cavalos crioulos, um santuário de aves e áreas de pastagem preservadas. O local também serve de abrigo para a família nas pausas da temporada esportiva.
Cavalos e aves na fazenda
O jogador participa do manejo dos animais, das cavalgadas e do adestramento de cavalos crioulos, uma tradição valorizada em diversos países sul-americanos. Ele trata a atividade como um exercício de paciência, distante da rotina dos estádios.
O terreno também abriga mais de 300 pássaros de espécies nativas e exóticas, que o atacante acompanha de perto. A reprodução das aves e a manutenção da infraestrutura do local estão entre os passatempos de que Cavani mais gosta no tempo livre.
Raízes de infância preservadas no campo
A ligação do uruguaio com a vida rural remonta à infância que passou no interior do país, antes da carreira em grandes clubes europeus e na seleção nacional. Mesmo após conquistas expressivas no exterior, ele nunca deixou de valorizar essa rotina junto aos animais.
O convívio com o ecossistema local define o funcionamento do terreno, que combina produção animal com a preservação da paisagem nativa da região. Açudes, pastagens naturais e uma estrutura para receber a família e amigos de infância completam o espaço.
Um legado que vai além do futebol
O refúgio em Salto representa a escolha de Cavani por um estilo de vida simples, distante da exposição do futebol de alto rendimento. A conexão com o campo, construída ao longo de décadas, tornou-se parte central da identidade do atacante.
Entre as temporadas, a fazenda é o espaço onde ele recarrega energias com os cavalos, as aves e as paisagens preservadas. Ali, mantém vivas as raízes que o formaram antes de qualquer título conquistado dentro de campo.










