Sim, é permitido usar broche, botton, adesivo ou camiseta que indique sua preferência eleitoral no dia da votação. No primeiro turno das Eleições 2026, amanhã, 4 de outubro, a manifestação individual e silenciosa da escolha é um direito garantido pela Justiça Eleitoral. O que fica proibido é agir de forma coletiva, barulhenta ou de modo a convencer outros votantes.
Também é vedada a distribuição de brindes, bonés ou canetas que possam dar vantagem a um eleitor sobre outro. A boca de urna — campanha junto à seção eleitoral — também segue proibida durante todo o período de votação.
Colinha com os números dos candidatos
É permitido e até recomendado levar uma anotação pessoal em papel com os números das candidaturas. O Tribunal Superior Eleitoral disponibiliza na internet um modelo pronto para impressão. O ideal é anotar os dígitos antes de chegar à seção eleitoral para não perder tempo dentro da cabine.
No primeiro turno, o eleitor precisa registrar seis votos: deputado federal, deputado estadual ou distrital, dois senadores, governador e presidente, e essa preparação evita dúvidas no momento da votação.
Celular na seção eleitoral
O eleitor pode entrar na seção com o celular e usar documentos digitais no local. Antes de ir à cabine de votação, porém, deve desligar o aparelho e entregá-lo à mesa receptora, onde ficará guardado durante o voto. Máquinas fotográficas, filmadoras, equipamentos de radiocomunicação e qualquer dispositivo que comprometa o sigilo do voto são proibidos na cabine.
Quem se recusar a entregar o aparelho não conseguirá votar e terá o fato registrado em ata. A restrição protege o sigilo do sufrágio e garante que nenhum eleitor registre a votação de terceiros.
Eleitorado esperado para 2026
O Tribunal Superior Eleitoral registra 158,7 milhões de eleitoras e eleitores aptos a votar nas Eleições 2026, crescimento de cerca de 2,3 milhões em relação a 2022. Esses votantes se distribuem por 5.571 municípios brasileiros e 186 cidades no exterior. As mulheres são maioria no eleitorado: 83,8 milhões de pessoas, ou 52,84% do total.
São Paulo é o maior colégio eleitoral, com 34,1 milhões de eleitores, seguido por Minas Gerais (16,4 milhões) e pelo Rio de Janeiro (12,9 milhões). O volume de votantes reforça a importância de conhecer as regras eleitorais antes de comparecer às urnas.










