GHK-Cu promete revolucionar o tratamento da saúde capilar
Entre os benefícios estão o combate à queda e o aumento substancial da densidade dos fios
Publicado: 30/06/2026 às 15:34
GHK-Cu (Reprodução)
Destaque no Aesthetic & Anti-Aging Medicine World Congress, principal congresso mundial de medicina estética e antienvelhecimento, realizado em Mônaco, e nos eventos de dermatologia e medicina regenerativa nos Estados Unidos, a grande novidade do momento é o GHK-Cu, um recurso avançado e científico focado na regeneração capilar, combate à queda e aumento substancial da densidade dos fios entre outros benefícios.
Segundo a tricologista e biomédica Sheila Bellotti, membro da Sociedade Italiana de Tricologia e do Grupo Latino Americano de Tricologia, o GHK-Cu é um peptídeo biomimético, composto por cobre, glicina e histidina. “Na tricologia apresenta uma poderosa ação estimulante, regeneradora e antiinflamatória. O bioativo atua em vários processos metabólicos essenciais para o crescimento saudável dos fios e no estímulo à circulação sanguínea no couro cabeludo, que permite promover intensamente a atividade dos folículos capilares”, afirma.
O tratamento também pode ser associado a terapias combinadas, uma vez que tais dispositivos potencializam mais a absorção dos componentes e sua eficácia. Com isso se alcança a estimulação completa da regeneração folicular, que cessa a queda, desenvolve a densidade da massa capilar e a espessura dos fios, além de reequilibrar a área do couro cabeludo.
Sheila explica que o protocolo aplicado geralmente reúne quatro pontos centrais: Bioestimulação folicular; Modulação inflamatória; Ativação de células-tronco e Melhora da vascularização. O GHK-Cu costuma ser aliada a técnicas como os Exossomos, Microinfusão de Medicamentos na Pele (MMP) e Plasma Rico em Plaquetas (PRP). Mas, em alguns casos específicos são indicados o uso adicional, em terapia alternadas, da finasterida injetável, que são associados a tecnologias de ponta que vão desde o Microagulhamento robótico ou dermapen, Laser de baixa potência até o LED. Além do mais, o tratamento ainda pode ser incluído na recuperação pós-transplante capilar.
"O GHK-Cu é um procedimento que contribui para prolongar a fase anágena, que é a etapa de crescimento dos fios. Com isso, os cabelos permanecem crescendo por mais tempo e com mais força", aponta.
A especialista acrescenta que outro efeito significativo é sua ação antioxidante, que combate os radicais livres responsáveis pelo envelhecimento capilar. Assim ajuda a proteger o couro cabeludo contra danos causados pela poluição, radiação solar e estresse oxidativo. “Por causa da sua intensa ação antiinflamatória, reduz irritações e sensibilidades nocivas ao couro cabeludo, sendo bastante recomendado para pessoas com queda capilar associada à inflamação. Ele facilita a circulação sanguínea local e otimiza a irrigação dos vasos e, por isso, faz os folículos receberem mais nutrientes e oxigênio, reforçando e dando vitalidade aos fios desde a raiz”, diz a tricologista.
Além disso, o GHK-Cu estimula a produção de colágeno e elastina no couro cabeludo, que mantém a pele da região mais saudável e equilibrada, sendo um aspecto muito importante. “Um couro cabeludo saudável é crucial para o crescimento adequado dos cabelos”, complementa Sheila.
Simultaneamente o tratamento favorece a recuperação de fios enfraquecidos e quebradiços, mesmo aqueles danificados ao longo dos anos e que sofrem com a miniaturização, que é um processo bastante comum na alopecia androgenética. O GHK-Cu tem resultados igualmente satisfatórios na regeneração celular, controle da oleosidade excessiva e melhoria na saúde da microbiota local. Este conjunto de fatores acelera os processos de cicatrização.
“A melhora é na qualidade geral dos cabelos, deixando-os mais brilhantes, resistentes e encorpados. É considerado um dos recursos mais avançados e promissores na resolução de problemas da saúde capilar por agregar uma ampla gama de benefícios”, finaliza a biomédica.
Os resultados são constantemente eficazes e progressivos, entretanto podem variar, como todo tratamento, de acordo com a resposta do organismo de cada pessoa. De modo que, é necessário antes de iniciá-lo realizar uma avaliação profissional.