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CRIME

Corpo de corretora que desapareceu em prédio é encontrado; síndico foi preso

Corretora estava desaparecida desde 17 de dezembro de 2025, e o caso ganhou grande repercussão pela série de circunstâncias consideradas suspeitas desde o início das investigações

Diario de Pernambuco

Publicado: 28/01/2026 às 07:52

Corpo da corretora de imóveis Daiane Alves Souza, de 43 anos, foi localizado pela Polícia Civil de Goiás na madrugada de quarta-feira (28)/Reprodução

Corpo da corretora de imóveis Daiane Alves Souza, de 43 anos, foi localizado pela Polícia Civil de Goiás na madrugada de quarta-feira (28) (Reprodução)

O corpo da corretora de imóveis Daiane Alves Souza, de 43 anos, foi localizado pela Polícia Civil de Goiás na madrugada desta quarta-feira (28), em uma área de mata no município de Caldas Novas, região sul do estado.

A vítima estava desaparecida desde 17 de dezembro de 2025, e o caso ganhou grande repercussão pela série de circunstâncias consideradas suspeitas desde o início das investigações.

Poucas horas após a localização do corpo, ainda durante a madrugada, a polícia prendeu o síndico do prédio onde Daiane morava, Cléber Rosa de Oliveira, e o filho dele, Maykon Douglas de Oliveira, ambos apontados como suspeitos de envolvimento no homicídio. Além deles, o porteiro do prédio foi conduzido coercitivamente à delegacia para prestar esclarecimentos. As informações são da CNN.

As prisões foram realizadas por equipes do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Caldas Novas, com apoio do Grupo de Investigação de Desaparecidos (GID) e da Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH).

Inicialmente tratado como um caso de desaparecimento, o sumiço da corretora passou a levantar fortes indícios de crime ao longo das investigações. Daiane foi vista pela última vez dentro do condomínio Amethist Tower, onde residia. Imagens de câmeras de segurança mostram a corretora conversando com o porteiro e, em seguida, entrando no elevador em direção ao subsolo, onde teria ido verificar uma falha no fornecimento de energia para seu apartamento.

Os investigadores apuraram que Daiane não demonstrava intenção de deixar o prédio, já que a porta do seu apartamento estava destrancada. Um dos principais pontos que chamou a atenção da polícia foi um intervalo de aproximadamente dois minutos sem imagens das câmeras no subsolo, justamente no período em que ela esteve no local.

Outro elemento relevante para a investigação foi o fato de a corretora estar gravando vídeos do trajeto em seu celular para enviar a uma amiga. O último registro foi feito no subsolo, mas nunca chegou a ser enviado. Após isso, não há imagens ou registros que mostrem Daiane saindo do edifício ou retornando ao seu andar.

O caso segue sob investigação para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e o grau de participação de cada um dos envolvidos.

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