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Ataque russo a Sumy faz três mortos, incluindo duas crianças

Segundo o chefe da administração militar da região, Oleh Hryhorov, seis bombas aéreas guiadas atingiram várias infraestruturas civis da cidade, enquanto outras duas foram interceptadas pela defesa antiaérea antes de chegarem a zonas residenciais

Por Isabel Alvarez

Imagem ilustra bombardeio ucraniano

O ataque russo lançado durante a noite de segunda-feira (03) contra a cidade ucraniana de Sumy causou três mortos. Entre as vítimas estão duas meninas, de 5 e 10 anos, cujos corpos foram encontrados hoje sob os escombros da casa onde viviam, e uma mulher idosa.

Segundo o chefe da administração militar da região, Oleh Hryhorov, seis bombas aéreas guiadas atingiram várias infraestruturas civis da cidade, enquanto outras duas foram interceptadas pela defesa antiaérea antes de chegarem a zonas residenciais.

Na região ucraniana de Donetsk, os bombardeios russos também provocaram a morte de duas pessoas além de deixar 30 feridos, incluindo um adolescente de 16 anos. De acordo com as autoridades locais, as forças russas atacaram oito localidades da região, tendo danificado 22 infraestruturas civis, incluindo 14 casas. O jornal francês Le Monde publicou que a polícia e os serviços de segurança da Ucrânia recolhem provas para as investigações sobre alegados crimes de guerra.

Além disso, há cortes de eletricidade em sete regiões da Ucrânia depois das ofensivas russas contra infraestruturas energéticas. Milhares de pessoas estão sem luz em Dnipropetrovsk, Donetsk, Zaporizhzhya, Mykolaiv, Sumy, Kharkiv e Tchernihiv.

Por outro lado, um ataque ucraniano com drones provocou hoje cinco mortos e seis feridos na região de Moscou.
“Esta manhã, as forças de defesa aérea russas repeliram um ataque com drones contra a região de Moscou”, disse o governador local, Andrey Vorobyov, acrescentando que vários incêndios também foram deflagrados após a ofensiva na zona industrial de Novoselki, que atingiu um armazém.

As forças da Ucrânia têm mirado centros logísticos e armazéns em território russo ligados ao suporte militar. Kiev lançou uma campanha de ataques contra a Wildberries nas últimas semanas, acusando a chamada “Amazon russa” de vender equipamento militar.