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PIX de Papel: suspeitos de estelionato digital são alvo de operação com quatro mandados de prisão

A investigação foi iniciada em junho de 2025 e também apura uso de documento falso. O mandados foram expedidos pelo Juízo da 3ª Vara Criminal da Comarca de Olinda, no Grande Recife e são cumprido também na capital pernambucana

Diario de Pernambuco

Publicado: 17/03/2026 às 08:19

Depatri fica no Recife/Foto: Arquivo/DP

Depatri fica no Recife (Foto: Arquivo/DP)

Suspeitos de envolvimento em uma quadrilha que pratica estelionato digital foi alvo de uma operação deflagrada, nesta terça (17), pela Polícia Civil de Pernambuco.

A Operação PIX de Papel cumpriu oito mandados, sendo quatro de prisão e quatro de busca e apreensão.
Foram presos dois homens e duas mulheres. O principal alvo foi uma empresa de cosméticos de Olinda, que levou golpe de mais de R$ 200 mil.

A investigação foi iniciada em junho de 2025 e também apura uso de documento falso.
O mandados foram expedidos pelo Juízo da 3ª Vara Criminal da Comarca de Olinda, no Grande Recife e são cumprido também na capital pernambucana.

A ação mobilizou 40 Policiais Civis, entre Delegados, Agentes e Escrivães.

As investigações foram assessoradas pela Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco – DINTEL. Os detalhes da referida operação serão divulgados pela Assessoria de Comunicação da Polícia Civil em momento oportuno. Delegacia Geral de Polícia.

Como era o golpe

Segundo a delegada Erika Bezerra, os criminosos simulavam pagamentos de compras com PIX falsos.

Um dos homens envolvido fez o cadastramento para efetuar esse tipo de transação e também indicou outra pessoa de confiança.

De início, foram feitas compras d R$ 140 mil. O problema é que o PIX nunca foi confirmado.
‘Os envolvidos burlaram regras de segurança do PIX. Eles ganhavam confiança dos vendedores e alegavam problemas tecnológicos no celular para não fazer a confirmação do repasse das verbas”, afirmou.

Na segunda fase, os criminosos usavam números de cartões de crédito virtuais de terceiros.

“Em 3 meses, golpe rendeu mais R$ 200 mil. São 32 estelionatos confirmados, sendo 30 consumados e dois tentados”, acrescentou a delegada.

 

 

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