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AMÃ?RICA
Jogadores do América avaliam erros em saída de bola e buscam correções à base de conversa
Sem tempo para treinos, diálogos serão fundamentais para melhora no sistema
Publicado: 01/03/2016 às 12:08
O América conseguiu fazer um bom jogo contra o Cruzeiro, anular as principais peças do rival e criar boas situações de gol. O empate por 1 a 1 traduziu bem o que foi a partida, sem um domínio amplo de nenhuma das equipes. Mas os jogadores americanos não ficaram satisfeitos em apenas um quesito na partida: a saída de bola.Foram vários passes errados no início da construção das jogadas que resultaram em contra-ataques da equipe celeste. O gol do Cruzeiro, marcado por De Arrascaeta, surgiu da cobrança de um lateral errado feito por Danilo.
Os jogadores americanos buscam explicações para melhorar a saída de bola e fazer com que a defesa sofra menos sustos em casos de passes errados. “É jogo a jogo. Quando fazemos coletivo, trabalhamos muito a saída de bola. No Independência, principalmente, a gente procura sair jogando sempre. Quando pega um time que pressiona no ataque, dificulta um pouco. Temos que ter tranquilidade atrás e saber jogar feio. Quando der para sair, bem, quando não der, tem que chutar e brigar no ataque. Temos que trabalhar isso jogo a jogo para melhorar”, disse o lateral-esquerdo Bryan.
Para o volante Pablo, os erros cometidos pelo setor defensivo na saída de bola acontecem menos quando os jogadores de ataque se movimentam mais e dão opção para receber os passes em boas condições.
“Temos que prestar mais atenção. Temos que exigir mais a movimentação do pessoal da frente. O passe certo não é só o cara que toca, mas também o que recebe, se desloca. A partir de agora vamos jogar com equipes que não perdoam erros e quanto menos a gente errar melhor para o clube”.
O atacante Bruno Sávio acredita que o pequeno período de treinamentos entre um jogo e outro prejudica a melhora de erros dessa magnitude. No entanto, ele afirma que conversa com os companheiros tentando enxergar o melhor posicionamento para que o time não passe por problemas na sequência dos jogos.
“A gente não teve muito momento de treino, mas temos que buscar conversar bastante, ver o que o professor tem para falar e tentar resolver os problemas que a gente vem tendo, os momentos de desatenção. A gente busca melhorar nas conversas quando não tem como treinar”.
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