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Carnaval 2024: foliões aproveitam segundo dia de festa com diversas opções no Bairro do Recife

A sexta-feira de carnaval é marcada pela variedade de gêneros musicais e de opções para diferentes públicos

Publicado em: 09/02/2024 20:00 | Atualizado em: 10/02/2024 03:09

 

Carnaval do Recife é marcado pela diversidade cultural  (Foto: Ruan Pablo/DP)
Carnaval do Recife é marcado pela diversidade cultural (Foto: Ruan Pablo/DP)

Quem anda pelas ruas do Recife se depara com ornamentações, bonecos gigantes, fantasias, confete e muito frevo. É sinal de que o carnaval dominou a capital. A festa mais esperada do ano pelos foliões mobiliza milhares de pessoas nesta sexta-feira (9) no Bairro do Recife.


No segundo dia de carnaval, a cantora Ludmilla reúne fãs no principal polo do carnaval, o Marco Zero. A artista entra no palco somente às 22h, mas o público já começa a chegar desde cedo para garantir o melhor lugar para assistir ao show. 

“Vim para ver o show de Ludmilla e trabalhar vendendo água também. Comecei a escutar as músicas de Ludmilla por conta das letras que são muito bonitas. Gosto mais do pagode do que do funk porque tem mais letra. As músicas dela me arrepiam. É minha primeira vez no show dela e minha expectativa é que ela cante ‘Ninguém Merece Amar Sozinho’”, contou o vendedor Mateus Freitas, de 28 anos, que veio de Olinda para ver sua ídolo.

"O carnaval para mim significa tudo de bom. Muita alegria e cor. Desde quarta-feira que estou pela cidade brincando. Gosto de todos os cantores de carnaval, mas estou aqui para ver as orquestras, que são um pouco mais cedo. Mais tarde vou para casa porque não sou fã de multidão, mas dá pra aproveitar", disse a dona de casa Maria de Prazeres, de 60 anos.

Outros artistas também sobem no principal palco da festa no Recife, entre eles Priscila Senna, Romero Ferro, Maestro Forró e Orquestra Popular da Bomba do Hemetério, Orquestra Frevo do Mundo, Toni Garrido, Chico César e Almério.
 (Foto: Ruan Pablo/DP)
Foto: Ruan Pablo/DP

O carnaval do Recife vai além do palco principal, reunindo públicos de diferentes gostos e idades. Na Rua do Bom Jesus, no Bairro do Recife, crianças e blocos fazem a festa com muitas brincadeiras, fantasias e diversidade cultural. Além disso, Caboclo de Lança, Maracatu e Papangu colorem a a via que já foi eleita uma das mais bonitas do mundo. 
 (Foto: Ruan Pablo/DP)
Foto: Ruan Pablo/DP

“Aqui no Bairro de Recife é muito tranquilo pra casais famílias e criança. É muito bom. O final da tarde é um dos melhores horários porque brinca tranquilamente. Ainda pretendemos ficar até os primeiros shows do palco do Marco Zero. E minha expectativa para o carnaval é a melhor possível, brincar e aproveitar tudo que tem. Trouxe minha filha Helena que sempre brinca o carnaval", disse a dona de casa Daniele Alvim, de 45 anos, que estava acompanhada da família no segundo dia de folia.

Na Praça do Arsenal, apresentações de dança e orquestras animam os foliões que preferem fugir da multidão dos principais polos do Recife.
 
"Quando eu conheci minha companheira, ela disse que ia me trazer para o carnaval de Recife e foquei com receio porque não gostava. Mas quando eu cheguei aqui, aconteceu uma conexão e eu me apaixonei pela cultura, pela diversidade, pelos blocos líricos. Quando eu vi pela primeira vez eu comecei a chorar. O diferencial do carnaval do Recife é a organização polos. É um carnaval muito grande e diverso. Viemos para a Praça do Arsenal para ver Teresa Cristina e Mestre Ambrósio", contou Cat Almeida, cineasta de 28 anos que veio curtir a folia ao lado da companheira potiguar Magda Barreto.

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