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Funcionária de posto de saúde é presa em Porto de Galinhas por suspeita de envolvimento com facção

A mulher teria repassado informações para quadrilha que atua na região, um dos principais polos de turismo do estado

Publicado em: 01/12/2023 10:20 | Atualizado em: 01/12/2023 11:29

Delegacia de Porto de Galinhas fica em Ipojuca, no Grande Recife  (Foto: Arquivo)
Delegacia de Porto de Galinhas fica em Ipojuca, no Grande Recife (Foto: Arquivo)
A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) cumpriu um mandado de prisão preventiva contra uma funcionária de um posto de saúde de Ipojuca, no Litoral Sul do Estado. 
 
Ela é suspeita de repassar informações de pacientes para uma organização criminosa da região de Porto de Galinhas 
 
O mandado de prisão preventiva em desfavor da suspeita foi expedido pela Vara Criminal da Comarca de Ipojuca.  
 
No site do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), consta contra ela um Termo Circunstanciado  por “receptação culposa”. Entretanto, informações extraoficiais dão conta que ela também foi autuada pelos crimes de associação criminosa e tráfico de drogas. 
 
Ela também já respondeu a outros porcessos por vários crimes difeentes.  
 
A captura da mulher, que tem 41 anos, aconteceu na quinta (30), mas foi confirmada pela corporação nesta sexta (1). 
 
Informações extraoficiais dão conta que a mulher também é suspeita de integrar a facção  e usaria o cargo para repassar informações privilegiadas para integrantes da quadrilha, responsável por praticar homicídios, tortura e tráfico de drogas. 
 
Ainda segundo informações extraoficiais,  a criminosa prestava serviços no posto de saúde e se apropriava dos dados dos pacientes para repassar à organização, para cadastrar chips e linhas telefônicas em nomes dos pacientes, sem o consentimento deles.
 
A suspeita foi detida por policiais da Delegacia de Porto de Galinhas.
 
A atuação foi no momento em que ela prestava plantão na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do balneário, um dos principais pontos turísticos de Pernambuco.  

Também informações preliminares dão conta que a suspeita realizava cuidados médicos de forma informal à integrantes da organização criminosa que foram feridos em confrontos com a polícia.

A corporação informou que a Delegacia de Porto de Galinhas segue investigando o caso. 

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