ONG CasaRosa vai realizar Bingo Solidário para 400 pessoas na próxima segunda (30), no Terraço Carvalheira, em Boa Viagem
Publicado: 27/05/2022 às 16:22
(Foto: Divulgação/Paula Maestrali.)
Como fechamento do Mês das Mães, a ONG CasaRosa vai promover mais uma edição do seu projeto Bingo Solidário. Após dois anos de hiato por conta da pandemia, o evento vai reunir em torno de 400 pessoas na próxima segunda (30), a partir das 15h30, no Terraço Carvalheira, no Shopping Recife, onde realizará o jogo e diversos sorteios com produtos doados por empresas solidárias de vários segmentos no Recife. “Essa ação é uma das datas mais importantes do nosso calendário. Com a arrecadação conquistada, podemos investir por meses no bem-estar das usuárias, que são mulheres que vêm de outras cidades, geralmente do interior, e ficam albergadas conosco durante a fase de quimioterapia e radioterapia contra o câncer de mama, através dos hospitais públicos do Recife”, pontua uma das gestoras da CasaRosa, Kadja Camilo.
Em tempo, a quinta edição do Bingo Solidário vai contar com apresentações especiais, entre elas, a DJ Annah Sarah e a cantora Nena Queiroga. A Criativas, de Daniella Cantarelli e Priscila Borba, será a responsável pela assessoria e cerimonial da ocasião, enquanto o Grupo Mercês Santiago fará a assinatura floral. Todas participando de forma solidária. Ingressos custam R$120 e estão disponíveis na sede da ONG, no Espinheiro, e na loja Sianinha, em Boa Viagem.
Mais informações: 81 | 3129-7761 // 98866-6759 (WhatsApp)
Outros canais: @casarosa.ong (Instagram)
Sobre a ONG CasaRosa
A ONG CasaRosa surgiu há oito anos através de iniciativa totalmente voluntária das cidadãs Bruna Trajano, Cristina Maranhão e Kadja Camilo, juntamente com um time de conselheiras. Conta com charmosa sede, no bairro do Espinheiro, na zona norte do Recife, e a manutenção é toda feita em cima de doações (pessoas físicas e jurídicas), incluindo a força de voluntários como assistentes sociais, psicólogos e nutricionistas, entre outros. O dia a dia requer os mais variados itens, como alimentos, produtos de higiene pessoal e outras necessidades das mulheres albergadas, além do lado financeiro para o pagamento de despesas como energia, gás, internet/telefone e o aluguel da casa (sede).
Para que as usuárias possam ter esse conforto em um momento tão difícil, na luta contra o câncer de mama, inclusive com acompanhantes, é preciso que haja o encaminhamento médico especial ou através do serviço social de pontos como Oswaldo Cruz, IMIP, Hospital das Clínicas, Barão de Lucena e Hospital do Câncer. “Elas podem ficar conosco durante todo o tratamento, geralmente, em torno de 40 dias, incluindo os finais de semana. Na intenção de acolher bem, fazendo com que se sintam em casa, com privacidade, prezamos apenas por mulheres, sendo uma das poucas entidades do segmento com gênero específico na região”, reforça uma das diretoras, Bruna Trajano.