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Curta-documentário "Salve aos Aristas da Iputinga" é lançado nesse fim de semana

Publicado em: 01/05/2022 11:23 | Atualizado em: 01/05/2022 12:01

 (A rapper e poeta marginal Bione é uma das artistas entrevistadas. Foto: Divulgação. )
A rapper e poeta marginal Bione é uma das artistas entrevistadas. Foto: Divulgação.

Na noite de ontem (30), aconteceu ás 19h a exibição do curta-documentário “Salve aos Artistas da Iputinga”. A realização audiovisual mapea ações culturais no bairro feita por mulheres e homens da cena Hip Hop. O evento ocorreu de forma on-line e presencial no bairro da Iputinga.

A exibição presencial aconteceu na praça da Rua Fernando Aécio Granjeiro de Souza s/n,  bairro da Iputinga, Recife - PE. A produção está disponível no Youtube através do link: https://youtu.be/zhWJZ59lUUA . “A exibição foi o ponta pé inicial pra começa a ocupar a praça com um cine clube pra própria população ter um momento de lazer e cultura”, conta a idealizadora do projeto Maya Santos.

Entre os entrevistados do bairro conhecido como “bairro dos artistas” estão a rapper e poeta marginal Bione, o líder de do coletivo Iputinga Sociocultural Wedlon Oric, além de artistas visuais como Marquinhos ATG, Dogão Barbosa, Afro’G, Darfine Alérgica e os dançarinos de breaking Flashkilla e a B-girl San.

O projeto foi idealizado e roteirizado pela jornalista e produtora cultural recifense Maya Santos, recebe incentivo da Lei Aldir Blanc e também apoio da produtora independente Aqualtune e do Coletivo Iputinga Sociocultural. “Foi algo muito importante para mim como jornalista, produtora e moradora do bairro da Iputinga, pois é um assunto que eu já queria abordar a muito tempo, mas só agora com a experiência e conhecimento que eu tenho pude externar. Foi uma forma de devolver tudo que eu aprendi na faculdade e pelos lugares que passei, principalmente na Aqualtune, só que devolver para minha comunidade. Registrar essa movimentação que as vezes as pessoas esquecem que existe, mas elas movimentam a comunidade e se desenvolvendo cada vez mais. O hip-hop realmente salva vidas”, conta a produtora Maya Santos.

O fotógrafo Arthur Souza fez toda filmagem e direção fotográfica do projeto. Ele não é morador da Iputinga, mas abraçou a causa junto com Maya. “ O movimento do hip-hop que me trouxe para dentro da fotografia, antes eu não me reconhecia como fotógrafo. Esse documentário é muito importante para mim, eu estou levando algo para dentro daquilo que me trouxe para a fotografia. É como se eu tivesse devolvendo tudo que foi me passando fazendo participando desse documentário. É muito importante ajudar os artistas e mostrar seus potenciais. Arte ajuda muito as comunidades, esse documentário mostra que não é só cantar, dançar e grafitar, é mudança de vida. Isso não tem preço”, conta Arthur Souza.

 

Redes do projeto

Instagram: @salveaosartistasdaiputinga

E-mail: salveaosartistasdaiputinga@gmail.com

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