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JABOATÃO

Devotos participam do encerramento da Festa de Nossa Senhora dos Prazeres

Publicado em: 25/04/2022 21:34 | Atualizado em: 25/04/2022 21:46

Arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido, celebrou a cerimônia, que, neste ano, recebeu fiéis pela primeira vez desde o início da pandemia (Foto: Chico Bezerra/PMJG)
Arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido, celebrou a cerimônia, que, neste ano, recebeu fiéis pela primeira vez desde o início da pandemia (Foto: Chico Bezerra/PMJG)
Os atos de encerramento da 365ª Festa de Nossa Senhora dos Prazeres reuniram milhares de fiéis, nesta segunda-feira (25), em Jaboatão dos Guararapes. Após dois anos sem a participação do público, devido à pandemia da Covid-19, as homenagens à Santa puderam ser celebradas com missas, novenas e procissões, desde o Domingo de Páscoa, quando ocorreu a Procissão das Bandeiras.

A tradicional procissão saiu do Santuário, no Monte dos Guararapes, percorrendo ruas e avenidas dos bairros de Jardim Jordão, Prazeres e Guararapes, retornando à Igreja onde foi celebrada a Bênção do Santíssimo Sacramento, presidida pelo arcebispo de Olinda e Recife, dom Fernando Saburido. O tema deste ano foi "Com Maria rezemos pela paz".

Dom Fernando Saburido esteve à frente da procissão e, ao celebrar a Bênção, falou da emoção que foi o reencontro com os devotos de Nossa Senhora dos Prazeres. "A gente percebe no rosto de cada um a alegria de estar aqui. Foram dois anos sem essa oportunidade e agora voltamos a nos encontrar com a graça de Deus", disse.

Presente nas homenagens à padroeira, o prefeito do Jaboatão dos Guararapes, Mano Medeiros, falou da importância da Festa. "Esse é um dos principais momentos que os devotos de Nossa Senhora dos Prazeres têm para expressar sua fé. É uma homenagem que acontece há 365 anos e, lamentavelmente, nos últimos dois anos, teve que acontecer sem fiéis. Mas a situação está se normalizando, com as pessoas vacinadas e tomando todos os cuidados. Tenho certeza de que, em 2023, teremos uma festa ainda melhor", afirmou.

A aposentada Maria Quitéria contou que a espera foi longa, mas que nunca deixou de ter fé para que tudo volte à normalidade. "Foram dois anos sem poder subir o monte para reverenciar Nossa Senhora dos Prazeres, mas continuei agradecendo as graças alcançadas. Desde o domingo de Páscoa, pude vir para as novenas e hoje vim à procissão e à missa. Tenho fé que tudo vai passar e que, ano que vem, todos nós estaremos aqui novamente", ressaltou.
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