Vida Urbana
Operação Acolhida
Comando Militar do Nordeste envia escalão para operação de apoio aos imigrantes venezuelanos
Publicado: 02/02/2022 às 12:48
(Foto: CMNE/Divulgação)
De acordo com o CMNE, o 13º Contingente, que assumirá a missão no dia 14 de fevereiro, será formado por 319 militares do CMNE e 204 militares do Comando Militar do Norte (CMN), sediado em Belém. Os integrantes do contingente nordestino são originários de Organizações Militares das cidades pernambucanas de Garanhuns, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Petrolina e São Bento do Una, além do Recife.
No Nordeste, também participam do contingente militares de quartéis sediados em Aracaju-SE, Barreiras (BA), Caicó (RN), Campina Grande (PB), Crateús (CE), Feira de Santana (BA), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Maceió (AL), Natal (RN), Paulo Afonso (BA), Picos (PI), Salvador (BA) e Teresina (PI). Os embarques partindo do Recife serão realizados em quatro escalões, nos dias 2, 7, 9 e 10 de fevereiro.
Em Roraima, os integrantes do CMNE e do CMN farão parte do componente militar da Operação Acolhida, que conta, também, com atuação do poder público, do Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), de organizações não-governamentais entre outras instituições civis.
A ação conjunta e interagências acontece desde março de 2018 com o objetivo de proteger os venezuelanos que atravessam a fronteira, prestando auxílio humanitário aos imigrantes em situação de vulnerabilidade, refugiados da crise política, institucional e socioeconômica que acomete a República Bolivariana da Venezuela.
No Nordeste, também participam do contingente militares de quartéis sediados em Aracaju-SE, Barreiras (BA), Caicó (RN), Campina Grande (PB), Crateús (CE), Feira de Santana (BA), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Maceió (AL), Natal (RN), Paulo Afonso (BA), Picos (PI), Salvador (BA) e Teresina (PI). Os embarques partindo do Recife serão realizados em quatro escalões, nos dias 2, 7, 9 e 10 de fevereiro.
Em Roraima, os integrantes do CMNE e do CMN farão parte do componente militar da Operação Acolhida, que conta, também, com atuação do poder público, do Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), de organizações não-governamentais entre outras instituições civis.
A ação conjunta e interagências acontece desde março de 2018 com o objetivo de proteger os venezuelanos que atravessam a fronteira, prestando auxílio humanitário aos imigrantes em situação de vulnerabilidade, refugiados da crise política, institucional e socioeconômica que acomete a República Bolivariana da Venezuela.
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