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Empresa júnior de tecnologia da UFPE cria programa de acompanhamento educacional para refugiados e vence prêmio da UNICEF

Publicado em: 14/09/2021 16:44 | Atualizado em: 14/09/2021 19:12

 (Foto: Divulgação)
Foto: Divulgação
Estudantes do CITi, empresa júnior de tecnologia ligada ao Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), venceram um desafio organizado pela Unicef e o British Council, lançado durante o evento global de empresas juniores. A cerimônia aconteceu de forma virtual nos dias 6, 7, 8 e 9 de setembro e reuniu novos empresários de todo o mundo.

O Unicef X British Council Challenge foi um desafio de dois dias em que umacproblemática, com o tema determinado pela organização, seria lançada. As equipes teriam que trabalhar para criar a ideia de solução mais completa. Nesta edição, o tema desenvolvido foi “Educação e Integração de Refugiados e Crianças em Busca de Asilo”. 

A equipe pernambucana, composta pelos estudantes Juliana Serafim, Brenda Bezerra, Jonas Silva, Arthur Brito e Sofia Melo, desenvolveu - como solução - a criação de um programa de acompanhamento conduzido por universitários voluntários, além de um aplicativo para fornecer suporte linguístico e cultural regular. A ideia surgiu a partir da análise, feita pelos alunos, de que os adolescentes chegam até um determinado nível escolar sem uma base linguística adequada para acompanhar o conteúdo educacional no país novo, dificultando a inserção ideal deles na sociedade e no mercado de trabalho.

“O desafio veio em um projeto bem ágil, o hackathon. Ele foi lançado na segunda-feira e na quarta a gente já tinha que enviar [a solução]. A gente precisou utilizar metodologias ágeis, que aqui nós já estamos acostumados, e isso fez a diferença para que a gente conseguisse otimizar o tempo”, explicou Vinícius Xavier, 23, diretor de negócios do CITi. 

Após a conquista do primeiro lugar, os vencedores do desafio recebem uma mentoria, treinamentos e ingressos para próximos eventos para continuarem desenvolvendo o projeto. Ainda não há previsão para a solução ser colocada em prática. 

“Nós fechamos a ideia do que vai ser a solução. A própria premiação é um incentivo para dar continuidade ao projeto. Esses próximos passos vão depender das possibilidades apresentadas pelos organizadores. Ainda não temos as datas de início do treinamento. Foi uma conquista muito grande porque além de ser um evento internacional, era uma oportunidade de fazer conexões e acabou que a gente conseguiu levar a nossa imagem da melhor forma. A gente foi para o evento com o objetivo de aprender e voltou com o sentimento de missão cumprida”, concluiu Vinícius. 

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