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MARIA DA PENHA

Em alusão ao Agosto Lilás, mulheres vão às ruas no Cabo de Santo Agostinho

Publicado em: 26/08/2021 16:03 | Atualizado em: 26/08/2021 17:33

 (Foto: Divulgação )
Foto: Divulgação
As ruas do Habitacional Nova Vila Claudete, no município do Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife, foram palco, nesta quinta-feira (26), de uma caminhada e de um apitaço promovidos pelo Complexo Industrial Portuário de Suape em alusão à campanha Agosto Lilás. A iniciativa, em parceria com a Prefeitura da cidade, reuniu representantes de associações de moradores da região, colaboradores da estatal portuária, além de integrantes do executivo municipal. Material educativo de enfrentamento à violência doméstica foi distribuído na ocasião.

A caminhada foi dividida em duas frentes, saindo de cada uma das etapas do residencial. Entre os participantes, estiveram representantes da Associação dos Moradores do Conjunto Habitacional Nova Vila Claudete, do Conselho de Moradores do Habitacional, da Associação de Catadores e Artesãos de Materiais Recicláveis (Novaclau Recicla), do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), da Associação de Mulheres em Ação (Ama) e do Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras por Direito (MTD).

A ação social encerrou a programação iniciada no último dia 12 com uma roda de conversa entre moradores do habitacional e autoridades da segurança pública para conscientização da população sobre a importância de denunciar o agressor. “A nossa ideia foi estimular as mulheres a não se calarem. Os apitos, entregues para elas, vão servir para comunicação e alerta caso estejam passando por alguma situação de perigo em casa”, pontuou a coordenadora de Assistência Social de Suape, Líbia Paixão.

“Para mim, foi muito importante essa caminhada. Nós, mulheres da Vila Claudete, passamos por momentos muito difíceis e hoje estamos dando o recado que não estamos sozinhas, mas juntas. E assim somos mais fortes. Para chegarmos até aqui, não foi fácil. Tivemos diversas reuniões que abriram a nossa mente. Hoje as mulheres sabem que o silêncio mata”, salientou Claudineide da Rocha Viana, 44 anos, moradora do conjunto. 

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