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ANTECIPAÇÃO

Aplicação da segunda dose da AstraZeneca será mantida com intervalo de 60 dias no estado

Publicado em: 14/07/2021 19:46 | Atualizado em: 14/07/2021 20:25

 (Foto: AFP)
Foto: AFP
O Secretário de Saúde do estado, André Longo, afirmou, em coletiva de imprensa, nesta quarta-feira (14), que Pernambuco seguirá aplicando a segunda dose da AstraZeneca na população local dentro de um intervalo de 60 dias. A afirmativa surge após a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgar uma recomendação para que estados e municípios mantenham o intervalo de três meses para a aplicação da segunda dose com o imunizante. 

De acordo com Longo, a antecipação da vacinação é importante para conter a variante Delta, originária da Índia."Pernambuco mantém, sim, a orientação das pessoas se vacinarem entre 60 e 90 dias, na perspectiva de que, se há doses exclusivas para D2 (segunda dose) em estoque nos municípios, é importante que se antecipe a vacinação dentro desse intervalo. Está provado que é isso que garante uma proteção contra as variantes, especialmente contra a variante Delta".

Ainda segundo o secretário de saúde, o estado não pretende manter doses em estoques."A vacinação deve se dar na disponibilidade de doses específicas para a segunda dose. Não há porque vacinar com maior prazo deixando vacinas na prateleira, não queremos vacina no estoque. Vacina para a primeira dose deve ser feita rapidamente; vacina para a segunda dose tem que ser feita rapidamente também para garantir a proteção máxima". 

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) publicou uma recomendação indicando que estados e municípios mantenham o intervalo de três meses meses (12 semanas) da aplicação da segunda dose do imunizante AstraZeneca. Segundo a organização, a recomendação acontece devido a "dados que demonstram uma proteção significativa já com a primeira dose e a produção de uma resposta imunológica ainda mais robusta quando aplicado o intervalo maior". 

Já os estados e municípios que já adotaram a antecipação da segunda dose utilizando o imunizante se baseiam em um estudo da revista científica "Nature", cujo mostra que a proteção completa se apresenta eficaz contra a variante Delta, que tem origem indiana. A variante é lida como uma das mais transmissíveis. 


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