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Movimento Pró-Criança promove palestra sobre a relação da pandemia com a obesidade infantil

Publicado em: 03/09/2020 11:23

 (Foto: Movimento Pró-Criança/divulgação)
Foto: Movimento Pró-Criança/divulgação
O Movimento Pró-Criança promove, nesta quinta-feira (3), a palestra “Pandemia como fator de risco para a obesidade infantil”. O evento será realizado, às 17h, por meio da plataforma Google Meet, e reunirá educandos e familiares assistidos pelas três unidades operacionais da instituição no Recife (Coelhos e Recife Antigo) e em Jaboatão dos Guararapes (Piedade).

Responsável pela formação, a nutricionista do Pró-Criança, Elys Ribeiro, explica que após quase seis meses de restrições de circulação impostas pela pandemia do Sars-CoV-2, começam a aparecer sinais preocupantes em relação à saúde de crianças e adolescentes. Um desses sintomas é o ganho de peso provocado por um desequilíbrio energético, que pode levar a consequências graves com repercussão na vida adulta desses jovens.

“Com o isolamento, as crianças e os adolescentes deixaram de praticar atividades físicas regularmente seja na escola ou mesmo brincando em outros espaços. Estão passando mais tempo com o celular ou assistindo televisão e isso leva a comer compulsivamente, principalmente, alimentos de pronta entrega”, afirma a especialista.

Os sinais imediatos de um “maior consumo de alimentos e menor gasto de energia”, segundo Elys Ribeiro, são o sobrepeso e a obesidade infantil. Na primeira, o jovem apresenta um peso acima do recomendado para sua idade e estatura, porém ainda sem outros problemas de saúde associados. Já a obesidade, caracteriza-se por trazer junto com o aumento na balança comorbidades como alterações nos sistemas circulatório, cardíaco e respiratório, por exemplo.

O diagnóstico em relação ao peso de um paciente deve ser dado somente por nutricionistas ou endocrinologistas, a partir do cálculo de Índice de Massa Corporal (IMC) extraído da relação entre estatura, idade e peso.

“É possível reverter um quadro de sobrepeso e de obesidade, basta um regramento na alimentação associada à prática de atividade física mesmo dentro de casa como fazem os educadores de dança e judô do Pró-Criança. Para os obesos, a dificuldade é maior, pois envolve também o tratamento das outras doenças associadas como, por exemplo, diabetes e hipertensão, porém com disciplina dá para voltar a ter uma vida saudável”, explica Elys.

Readaptar a rotina, de acordo com a nutricionista, aliando alimentação equilibrada com exercícios físicos é uma responsabilidade que deve ser assumida pelo pais e responsáveis. “São os familiares que preparam os alimentos, então é muito importante que eles estejam atentos aos detalhes como: qual tipo de comida comprar, dando preferência aos naturais e não aos industrializados, e também ao uso do açúcar e do sal. Tudo isso cabe aos responsáveis pelas crianças”, diz.

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