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Notícia de Política

ELEIÇÕES 2022

Mandetta desiste de concorrer à presidência; União Brasil deve apoiar Sergio Moro

Publicado em: 25/11/2021 18:27 | Atualizado em: 25/11/2021 18:49

 (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta desistiu de concorrer à eleição presidencial do próximo ano. De acordo com o site Poder 360, a decisão foi comunicada à direção do União Brasil nesta terça-feira (23).

Ventilado como possível candidato à presidência da República desde que saiu do ministério, Mandetta já assumia a possibilidade de abandonar o projeto em prol de uma união da “terceira via”. Com a filiação de Sergio Moro ao Podemos a desistência se concretizou. As discussões agora se darão em torno da construção de uma chapa conjunta.

“Eu sempre disse que posso ser candidato ou posso apoiar outro candidato. Mas jamais desistirei do Brasil. Médico não abandona paciente. Meu nome continua à disposição. A fusão de DEM/PSL vai amadurecer. O que realmente precisamos debater são ideias, com transparência e humildade”, publicou Mandetta em uma rede social, nesta quinta-feira (25).

Em processo de formação, o União Brasil – resultado da fusão entre Democratas e PSL – será presidido por Luciano Bivar, que, em entrevista ao G1, confirmou a abdicação do ex-ministro: “O Mandetta disse que prefere disputar cargo no legislativo em Mato Grosso do Sul. Não descartamos apoiar ninguém. Entraram no radar MDB, PSDB e Podemos, com Moro. Mas também podemos ter candidatura própria.”

A ideia de ter candidatura própria, no entanto, se mostra inviável, visto que outros nomes cotados à disputa pelo partido migraram para outras siglas. É o caso do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que no mês passado deixou o DEM e ingressou no PSD. Filiado ao PSL, o apresentador José Luiz Datena também deixará a sigla e deve seguir o mesmo caminho de Pacheco.

Após sete anos no MDB, Mandetta saiu do partido para se candidatar ao cargo de deputado federal, em 2010, pelo DEM. Reeleito em 2014, ele prometeu se aposentar da política no fim daquela legislatura. Desistiu ao ser convidado por Jair Bolsonaro para chefiar a Saúde.

Nos últimos levantamentos realizados visando as eleições de 2022, a popularidade do ex-ministro não passou dos 4%.
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